13 de jan. de 2010

Sabe porque acontece tantos acidentes de moto na Jamaica?




Porque ninguém usa capacete.

A assim falou Parsifal...

"PSDB e PT se valeram da infantaria peemedebista e do prestígio do seu general para se encastelar no Palácio dos Despachos e depois, destarte as juras de apreço, cuspiram-lhe no rosto."

Tristeza na terra, felicidade no céu.


Zilda Arns nos deixa aos 73 anos. Com tanta gente ruim para morrer...

Desaforo

Veja como as coisas são, niver da cidade de Belém, quase 400 anos e segundo os blogs e jornais, nada, nadica de nada de uma obra para comemorar.
Nem uma única, um ponto de ônibus, vá lá. Ou um asfalto em uma rua qualquer.
Quem sabe um posto de saúde, desses que os políticos adoram inaugurar, só com o prédio e sem equipamentos. Mas já seria uma, né não ?
Mas nada, nem uma solitária calçada, um poste novo, uma iluminação nova, nem uma cobertura em um ponto de táxi.
Assim gente boa, só chamando a Guarda Nacional.

Puty, um blogueiro

Ele é o secretário da Casa Civil. É também o candidato da DS a deputado federal. Como se não bastasse isso ele é homem de confiança de Ana, um dos 3 mosqueteiros do Governo e o cara mais comentado deste governo.
Sim, Cláudio Puty, ele mesmo, acaba de estrear seu blog - e o meu não está entre os seus preferidos. Mas Puty está aqui na ribalta.
Claudioputy.blogspor.com é seu endereço.
Tá virando moda esse negócio de blog. Veja seu texto de abertura;




A mudança começa a dar frutos no Pará

O blog entra no ar neste 13 de janeiro, 1 dia depois dos 394 de Belém e mês de aniversário da Cabanagem.
E é para Belém a série de postagens que tratam do novo modelo de desenvolvimento instalado a partir de 1o. de janeiro de 2007, dia em que a governadora Ana Júlia assumiu o governo do Pará. Um modelo de desenvolvimento que inclui as pessoas e em especial as populações mais pobres. Modelo que traz na essência o tom da mudança, da participação popular, da democracia e da resistência aprendida na luta cabana. E que já começa a dar os frutos, que serão abordados neste blog.

O blog estará aberto ao debate, ao contraditório. Para falar sobre o Pará, sobre a vida, sobre o mundo.

Uma pequena e valorosa equipe cuidará da alimentação do blog.

Vamos nessa!

E os americanos ? E o turismo ?






E os americanos?
- Nós os chutamos daqui como se fosse uma bola de futebol", disse um cubano de camisa florida e sorriso estampado no rosto. Disse-me essa frase em meio a outras de menor conteúdo político, como que era possível fritar um ovo na calçada nos dias de calor.


E o turismo ?
- Em Havana, o turismo, apesar de ter sido a salvação inicial para a economia embargada, acabou gerando uma classe de privilegiados, com acesso a dólares o que lhes permite comprar produtos no mercado negro, me disse outro negro contente.

Os cubanos podem conseguir produtos para o dia-a-dia nos mercados estatais como azeite e combustível. No entanto, com o embargo econômico, a venda de açúcar não gera dividendos suficientes para fornecer esses produtos em grande quantidade, o que levou ao racionamento. Os cubanos encontraram no mercado negro, movido a dólares, o caminho para complementar os produtos necessários. Nas ruas próximas aos hotéis, há prostitutas e vendedores de rum e cigarro, além de guias que prometem levar os turistas para todos os lugares. Tudo na busca por dólares.

Passeios, charutos, mojitos, cubas, rangos de Habana...






Um dos grandes atrativos de Havana, capital de Cuba, é a facilidade no planejamento dos gastos. Depois de devidamente instalado na ilha de Fidel, o turista pode decidir com tranqüilidade se quer desembolsar muito ou pouco. Do transporte à alimentação, do básico ao acabamento, os CUCs (pesos conversíveis, trocados por euro logo no desembarque na cidade) podem ou não voar do seu bolso como os pombos da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Os meios de transporte, por exemplo, estão entre as melhores possibilidades de economia. Apesar de Havana não ser uma grande metrópole e abrir chance para caminhadas, fica impossível conhecê-la por completo a pé. Vá de táxi ou cocotáxi. Mas opte pelos triciclos motorizados (são feito de fibra de vidro e têm formato de coco, por isso o nome) se quiser gastar menos. Normalmente, uma viagem de até 10km não passa de 6 CUCs. E sempre se pode negociar o preço com o cocotaxista. Além de barata, a viagem se faz emocionante. É um belo divertimento e rende belíssimas fotos.

Os táxis oferecem conforto, mas são bem mais caros do que os pouco discretos cocatáxis. O mesmo serve para as charretes, muito comuns no bairro de Havana Vieja. O passeio nos veículos puxados por cavalos custam no mínimo 25 CUCs e ainda têm o problema da lentidão. Já os ônibus coletivos não são indicados para o turista regular. Estão sempre abarrotados de gente e não têm nada de pontual.

Comida e charutos

Comer também pode ser barato em Havana. Para começar, uma dica: esqueça os restaurantes do hotel. Cobram preços absurdos. O buffet mais barato do Hotel Habana Libre, por exemplo, custa 21 CUCs. Por pessoa.

Procure rango na rua. Informe-se com turistas que estão na cidade a mais tempo do que você. Numa dessas conversas, descobrimos o La Roca. O excelente restaurante de cardápios internacional e local fica ao lado hotel (bairro Vedado) e um prato delicioso sai por 4 CUCs. Lagosta e camarão? Também tem. E são só 7 CUCs.

Também há os paladares (restaurantes mais populares) e sempre dá para comer alguma coisinha no deslocamento. Em Habana Vieja, há padarias sensacionais, com pães e doces que custam centavos de CUCs. Os restaurantes do bairro são meio caros, mas, se a fome apertar, vale a pena. Alguns pontos de visitação são obrigatórios, como o La Bodeguita, famoso por causa de Ernest Hemingway, mas os preços são salgados. Se pretende economizar, vá para olhar e tirar fotos. Tome no máximo um daiquiri ou um mojito.

Já os charutos são caros em qualquer lugar. Normalmente, as lojas e as fábricas vendem apenas em caixas. Na rua, porém, há muita gente oferecendo o produto mais tradicional de Cuba. Vale a ressalva: o barato pode sair caro. Não há como ter certeza se são “legítimos cubanos”, apesar de terem sido produzidos na própria terra. É bem provável que tenham saído das próprias fábricas, mas certamente não passaram pelo rígido controle de qualidade. Devem apresentar pequenos defeitos e, claro, não carregam o selo “Hecho em Cuba”.

Cuba, a revolução de 51 anos






1933.
Num período em que quase toda a riqueza de Cuba se encontrava nas mãos de poucas famílias nativas e de empresas norte-americanas instaladas no país, o povo Cubano estava entregue à miséria, à fome, ao analfabetismo, oprimidas por uma ditadura cruel liderada por Fulgêncio Batista e com o reconhecimento diplomático dos Estados Unidos da América. Em 1954 é criado o Movimento Revolucionário 26 de Julho (data do assalto ao Quartel Moncada, tentativa fracassada de tomada de poder pelo grupo de guerrilheiros) constituído por Fidel Castro, Camilo, Che Guevara e outros tantos revolucionários. A luta entre um poderoso exército e um inicialmente pequeno grupo de guerrilheiros ergueu-se em plena Sierra Maestra. A aliança do povo Cubano com o grupo de guerrilheiros, acabou por levar de vencida a ditadura e o povo finalmente tomou o poder. Em dois anos o analfabetismo havia terminado.
Na época da União Soviética Cuba era uma terra de prosperidade, mas depois do fim dela começou a época mais dura para Cuba, que sofre ainda hoje.
O fim do embargo econômico dos EUA é aguardado pelo povo cubano como a chegada do Messias.

Na orla de Habana; como é o mundo do outro lado ?






Coco Táxi é o nome de umas motos antigas com dois assentos. Amarelas, estão rodando por toda Habana.
Em Cuba se fala que Fidel mandou matar Camilo e Che, e que hoje está frito pois não tem sucessor. Seus 11 filhos não querem saber de política, a mais velha mora em Miami e é sua inimiga, apenas um tem lá uma vocação assim meio fraquinha, ele domina o futebol por aqui.
Raul que sempre foi o braço direito de Fidel continua a ser. Um de seus filhos pode ser a solução para a sucessão dos Castro, o rapaz gosta de política.
Mas em Habana é dado como certo que a morte de Fidel colocará o país de cabeça para baixo. Todos aqui acham que as coisas vão mudar, mesmo que um filho de Raul se mantenha no poder - o que não é certo, é mesmo até incerto.
Eles acham, ou esperam, que um jovem possa trazer modernidade a esta terra. Internet aqui é coisa do outro mundo, ainda mais para os cubanos.
A blogueira Yone Sanchez ? Ninguém sabe, ninguém viu. Ou não querem saber e ver.
O medo é real por aqui. Medo do exército, da polícia, do partido, dos Castro. Andando disse que não tinha visto nenhum policial quando o rapaz que dirigia o carro retrucou; mas já passamos por seis. Parecem invisíveis então.
O Museu da Revolução traz aquilo que o Governo quer mostrar. A Praça das Armas mostra a mesma coisa.
É certo que é grande o patriotismo por aqui, mas chega a ser triste ver os jovens andarem por um pequeno centro comercial com meia luz em pleno meio dia de um domingo.
Esperança é a palavra que talvez mais defina este povo. Esperança que tudo mude logo, ou pelo menos o embargo termine.
Pelas ruas da cidade fotos de 5 cubanos presos a anos em Miami como espiões; Injustiçados, segundo eles, ou o governo deles.
Na feira de livros muitos sobre Camilo, Che, Fidel, Marx e Lenin, sempre contando as histórias que interessam ao Governo.
Na rua das embaixadas, uma outra Habana, casas bonitas e grandes, cartão postal.
No aquário municipal a real Habana, abandono e um cinza pairando no ar.
Esta cidade realmente deve ter sido gloriosa no passado, dá para ver isso pelas grandes casas, pelas avenidas cheias de paumeiras e praças arborizadas, pelos passeios públicos. Não é a toa que os americanos adoravam e ainda adoram esta cidade.
No iate club muitos barcos, e segundo informações, cheios de americanos que entram escondido do Governo americano, mas com o concentimento do governo cubano.
Aqui ninguém pode comprar uma casa, o terreno é sempre do governo. Você pode alugar uma casa e comprar um apartamento, onde o prédio foi erguido e terreno não é de ninguém então - segundo a versão deles.
Os americanos lotam a cidade. Antigamente, a 51 anos passados, Habana era uma cidade de muito luxo, cassino, prostitutas finas, charutos, festas memoráveis, noites intermináveis dos prazeres luxuosos e mundanos. Passado, pois.
Hoje a noite é mais simples, duas ou tr~es casas com espetáculos musicais para turista ver, duas ou tr~es boates, nada de cassino, garotas fazendo programa escondidas pelas ruas, sem luxo, nem glamour.
Claro que os turistas vão gostar, pra eles ainda existe uma dose pequena deste luxo e glamour. mas e o resto ?
Fiquei imaginando onde podem estar os motivos de tantos elogios esquerdistas a Cuba. Não sei, na educação e na saúde certamente. Mas onde mais ?
Olhando pela avenida da orla, um mar maravilhoso, um grande forte do outro lado da cidade e a Casa de Che, espécie de museu.
É nesta mesma orla que os cubanos param e imaginam como é o mundo do outro lado.

Amo Belém


Escolhi Belém para viver.
Não nasci em Belém, não nasci no Pará.
Morei em algumas cidades, conheci muitas no Brasil e no exterior, mas escolhi viver em Belém.
Não que Belém seja a mais bonita cidade do mundo, não é. Mas Belém tem lugares maravilhosos, lindos como as mais belas cidades do mundo.
Belém é úmida, tem um céu carregado ou de sol ou de nuvens cheias de chuva.
E eu adoro isso.
Belém tem a melhor comida do mundo, os melhores peixes e camarões.
Tem uma música adorável, um povo hospitaleiro, um jeito de interior com cara de metrópole.
Belém é a capital não de um estado, mas de um país chamado Pará.
Aqui tudo é diferente, aqui tudo é próprio.
Temos um rio mar, temos belas matas, temos uma água que cai pesado do céu.
Belém é a minha casa, minha terra e meu chão.
E eu que escolhi.
Aqui temos a paixão do Círio, a paixão pelo futebol, a paixão pelas ondas de Mosqueiro, Outeiro ou Icoarací.
A sombra das mangueiras e o sorvete da Cairú.
O filhote, o açaí, a tapioca.
Amo Belém.

Segundo o anjo Gabriel, o Almir, lá na Perereca da Vizinha...

- Não estou propondo uma aliança comigo, mas, com uma idéia nova. E o Jader é bastante inteligente para saber quando uma idéia nova vale à pena. Eu ainda acredito no vereador Jader, em quem votei.

12 de jan. de 2010

Cuba, triste realidade.






Sempre tive vontade de conhecer Cuba. Na verdade sempre tive vontade de conhecer todos os lugares, e faço isso desde que fiz 18 anos.
Cuba tinha um significado especial, quem leu A Ilha, quem acompanhava a história de Fidel, Che e cia sempre teve certo fascínio por Cuba.
Pois bem, descendo em Cuba vimos logo um aeroporto antigo, carros antigos na rua e um trânsito lento, destes de cidade do interior. Habana é uma cidade abandonada, muitos prédios antigos, nenhuma conservação. Falta tinta nas casas, as fachadas mostram que tudo tem mais de 51 anos, tempo da revolução dos barbudos.
Cuba era um país saqueado por seus governantes, quase ninguém sabia ler e escrever. A revolução mudou isso, se tem duas coisas boas em Cuba são a escola até a universidade e os hospitais.
Não falta escola e não falta médico.
O resto, falta tudo. E aí está o problema.
Depois de uns dias os carros antigos já são carros velhos. Depois de alguns dias a cidade antiga já se torna uma cidade abandonada, decadente.
Claro que os hotéis são ótimos, mas e o resto ?
O socialismo pode ser visto no cotidiano. Shoppings ? Apenas galerias escuras, feias.
Lojas ? Uma piada, sem produtos, ou com produtos repetidos - em uma de móveis apenas um tipo de conjunto de mesa de jantar, com várias unidades.
Aqui não existe opção.
Falta leite, leite em pó, chocolate, biscoitos e tudo mais nos mercados. Bom, existem os mercados, os supermercados e os hipermercados, certo ?
Errado, em Habana existem apenas os mer....... E só, pequenos, com prateleiras vazias, com pouquíssimos produtos.
A cidade parece viver no medo. Em um táxi o cara nos contava a vida de Fidel quando parou de falar. Silêncio que só foi explicado depois que o sinal abril; em outro carro, dois oficiais do exército - eles tinham como escutar ?
Por toda parte propaganda da revolução e de seus feitos, palavras de incentivo.
Nada de propaganda de mais nada.
Os carros antigos não existem porque dão charme a cidade. Eles existem porque não existem novos, eles são mau conservados porque não existem peças de reposição.
Uma tristeza.
Ao entrar em qualquer loja, temos de deixar a bolsa na portaria. Ao pagar, pagamos 20% a mais pois o peso convertido vale mais que o dólar.
Tecnologia ? Iphone, internet ? Não tem não.
TV de plasma ? Tá de brincadeira né ???
Quando Fidel tomou o poder instituiu a alfabetização, hoje todos são bem alfabetizados, mas ele também tornou todas as empresas públicas, tomou as casas de pessoas que saíram fugidas.
Bom, para ajudar peguei 3 dias de frio, ventos fortes e chuva.
Claro que Habana ainda é o local dos charutos, da música dançante, das belas praias, mas eu preciso de mais que isso para viver.
Preciso falar com as pessoas o que acho, e escutar o que elas acham sobre tudo e todos sem medo. Precisamos de liberdade, e isso os cubanos não tem.
Jornais ? Sete, todos do Governo. Segundo um taxista, as notícias de ontem são as mesmas de hoje que serão as mesmas de amanhã. Entenderam ???
Em Cuba se ganha pouco, em Cuba não se tem oportunidade de melhorar de vida, de comprar bens desejáveis e muito menos de ir e vir do país quando quiser.
Em Cuba os restaurantes são escuros, a comida é pouca. Em Cuba se vive o medo.
Um cubano me disse que cresce as favelas pela cidade, mas eles são proibidos de sair das rotas turísticas com os turistas.
Em Cuba um microfone como o que levamos para gravar causa uma enorme dor de cabeça. Depoimentos ? Só escondido.
Che e Fidel estão por toda parte, como imagens de Cristo.
O centro de cuba tem música, da clássica a caribenha gratuitamente, em várias esquinas. Mas os edifícios são tristes.
O mar é o mais lindo que já vi, de um verde, um azul...
Mas as pessoas precisam mais que um mar, até os turistas.
Eu, por exemplo, não vivo sem liberdade.
E lá, só se vive sem.

8 de jan. de 2010

Lento

Uma hora para colocar duas postagens. Em Cuba, ate a net tem outro ritmo.
LEEEEEEEEEEENNNNNNNNNTO.

Mais Panama

O que mais gostei no Panama e a preservação ecológica. Muito verde com vasta floresta e bem cuidada, espécies bonitas e novas para mim e outras iguais a Belém.
Um pais pequeno, com um turismo pequeno mas crescente. Lagos lindos, o Canal do Panamá - com o melhor restaurante da estadia - prédios modernos em uma orla bem planejada, iluminada, decorada e cheia de atrativos musicais. Lembra a orla de Floripa, por exemplo.
Muitos barcos e iates - corrupção falou o taxista Victor, um negro de sorriso largo e que adora cantar - e carros luxuosos, alem de grifes e mais grifes com bons valores.
Eu voltaria ao Panamá, fiquei poucos dias. Aqui existem campos de Golfe otimos, ecoturismo, turismo radical e pesca.
E um povo animado pacas.
Depois vão poder ver no Bacana Tur.

Cuba, a primeira impressão.

Saindo do Panamá devemos chegar em Cuba em 3 horas. Deveríamos, melhor dizendo.
Mas sair do Panamá e uma novela, para entrar em Cuba outra. E resolveram olhar feio para o meu microfone.
Sabem como sao as coisas, pais socialista e um cara com um microfone e uma camera. Bom, depois de 3 horas de vai, sobe, desce, entra aqui, explica ali acabo finalmente entrando em Cuba, um dia todo perdido, ou parte considerável de um dia.
O Aeroporto parece estar preparado para fisgar qualquer um que queira entrar na ilha sem estar devidamente enquadrado. Mas para lembrar vale dizer que do aviao o verde do mar caribenho e algo maravilhoso.
Ok, chegamos a capital e fila novamente, desta vez do Melia, lotado de turistas, um movimento louco, gente saindo e entrando, americanos na sua maioria. Mas e o embargo ? As favas, ora pois.
Depois hoje, fiquei sabendo que o que mas tem são americanos que vem de iate e não registram suas entradas, os cubanos deixam eles entrarem, os americanos não deixam os americanos virem para cá, então eles vem clandestinamente, ricos com iates e dólares e clandestino, pode ?
A cidade de Habana tem um outro ritmo, de cidade do interior. Muitos carros velhos, antigos, mas ninguém corre, tudo ate 60 km e pronto. Prédios antigos, muito. Novos, poucos, principalmente para a rede hoteleira que cresce.
A cidade e limpa, organizada, cheia de placas sobre a revolução, Che, Fidel e companhia.
O peso convertido vale 20% mais que o dólar, uma sacanagem.
A comida, pelo menos a de hoje foi ruim, mas a musica maravilhosa, cheia de salsa, rumba e afins.
Quando viajo tenho sempre a preocupação de contratar um taxi em tempo integral, não tenho saco para ónibus e também temos de gravar, o que requer certo tempo mais elástico. O meu de hoje Alexandro, contou que Fidel esta em um sitio, mas manda muito ainda, e o filho de seu irmao Raul tem inclinação politica, já os filhos de Fidel não - ele tem 11 filhos.
Poucos carros novos, segundo ele fruto de atletas e cantores que saem, ganham e retornam comprando tudo.
A população - medico ou gari - continua a ganhar pouco.
Escola tem pra todos, em toda parte, ate universidades e ninguém paga nada. Hospitais e médicos também, o problema seria a tecnologia, defasada.
No mais, andar e andar.
Essa e a primeira impressa de Cuba.


PS: Não existe internet nos quartos, so nas home, o teclado continua um bicho estranho pra mim e o saco para descer e escrever, imaginem...

6 de jan. de 2010

Glauco, e seus dedos

O Hiroshi traz a noticia que Glauco Lima colocou os dez dedos na propaganda do Governo Ana Julia, com o ok de PH.
So podia ser um craque assim para sacudir a poeira.

Ana Julia, nova blogueira.

Ao ler os blogs hoje vejo que Ana Julia Carepa finalmente iniciou o seu. Bom, acaba sendo um canal mais direto com a Governadora.
Ana, seja bem vinda ao mundo dos blogs.

5 de jan. de 2010

Panama, a primeira vista.

Saindo as onze e pouco de Belém e ficando umas 4 horas em Manaus, segue-se para o Panamà pela Copa, uma empresa que assusta pelo tamanho, ainda mais em um país como o Panamá.
No aeroporto um movimento digno de Brasília, depois fico sabendo que o pais è uma espécie de acesso a todos os outros no Caribe e aos EUA, alèm de parte dos países da América do Sul e a Copa è essa empresa que faz todos esses trajetos, por isso seu tamanho assustador.
Bom, o Panamá tem muito de Belém, Manaus e outras cidades do norte, primeiro a fauna e a flora, depois o clima e o tempo. Aqui o trânsito è caótico, o lixo nas ruas è menor, as pessoas sorridentes e as paisagens naturais bonitas.
Em Colòn fica a área de livre comercio, enorme, um quadrado muito grande com varias ruas, lojas e griffes de todas as espécies. Sò tem um problema, a maioria vende apenas no atacado.
Cinco entradas com guardas que pedem - nem sempre, claro - o passaporte para dar acesso as pessoas. Agora, os valores realmente são menores.
A moeda utilizada è o dólar, para o táxi, hotel, gorjeta e tudo mais.
Colon fica a uma hora e meia da cidade do Panamá, onde vou amanha.
Em qualquer lugar para comer, muito frango e batatas.
O país foi durante muito tempo comandado pelos EUA, daí a gente vê sinais dos americanos por toda parte, nas casas, nos ónibus amarelos - a maioria já multi pintado, super coloridos, uma atracão a parte. Uma curiosidade, aqui não tem exercito, apenas a policia.
Por hora essas são as primeiras impressões.

PS: O teclado è totalmente diferente, daí os erros. Perdão.