23 de dez de 2011

Associações de juízes pedem investigação de quebra de sigilo


A Ajufe, a AMB e a Anamatra entraram com um pedido para que a Procuradoria-Geral investigue uma possível quebra de sigilo de dados cometido pela corregedora do CNJ, Eliana Calmon. Uma varredura determinada pelo CNJ na movimentação financeira de servidores e magistrados do Judiciário foi a causa do pedido de investigação. Segundo as entidades, a quebra do sigilo de dados, sem ordem judicial, atingiu 231 mil pessoas entre juízes, servidores e parentes destes.
Em entrevista, Calmon negou que tenha realizado quebra de sigilo e que os inquéritos estão dentro da lei. Ela argumentou que decidiu fazer investigações pontuais, com base em informações enviadas pelo Coaf, em casos de movimentações consideradas atípicas (acima de R$ 250 mil).

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