9 de dez de 2011

Jatene se pronuncia sobre a divisão do estado para a Folha


Em entrevista à Folha, Jatene afirmou "O Brasil não precisa de mais Estados." Ele que prometera a seus aliados que ficaria neutro durante o plebiscito, mas passou a se pronunciar publicamente nas três semanas finais da campanha. Ele afirma que rompeu o silêncio porque a campanha a favor da divisão estava divulgando mentiras.
"Eu não posso aceitar que se vá para frente da população e se diga que, com a divisão, a receita do Estado se multiplica por três. Isso não tem nenhum fundamento", Afirma.
"As pessoas não estão querendo um Estado A, B ou C. O que elas querem é mais saneamento, mais educação, mais saúde, e isso é uma demanda legítima. Alguns políticos se aproveitam e apresentam a divisão como remédio para todos os males", disse.
Na avaliação de Jatene, a discussão sobre a divisão do Pará tem raízes na "Deficiência do Estado brasileiro. União, Estado e município não respondem às necessidades da sociedade", expõe. "Elites políticas terminam puxando isso e tentam fazer a sociedade encampar seus interesses, a partir de uma demanda legítima da própria sociedade".
Ele rejeita as críticas de que o investimento nas regiões separatistas é baixo. Segundo diz, proporcionalmente à população, os investimentos nas regiões onde seriam criados os Estados do Carajás e do Tapajós já chegaram a ser maiores do que na região da capital, Belém. "Por melhor que seja o governo, o bolo é pequeno para distribuir", afirmou.

4 comentários:

Anônimo disse...

Vocês venceram;todos perderam.

Anônimo disse...

E o Governaor dizia que a despesas seria maior com Tapajós e Carajás.

10/12/2011 - 14h38 Governo gasta sete vezes mais com Pará remanescente do que com Carajás e Tapajós juntos
Guilherme Balza
Do UOL Notícias, em Marabá (PA) Comentários
32O governo paraense gastou, em 2010, sete vezes mais com a região que abrigaria o Pará remanescente, caso o Estado seja dividido, do que com as áreas de Carajás e Tapajós, segundo levantamento do Idesp (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará), órgão subordinado ao governo do Estado. O estudo foi feito com base em informações da Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof).

veja no link abaixo:http://noticias.uol.com.br/politica/2011/12/10/governo-gasta-sete-vezes-mais-com-para-remanescente-do-que-com-carajas-e-tapajos-juntos.jhtm

Anônimo disse...

Um coisao plebiscito vai servir:

Fazer o Governador trabalhar, e muito, senão ele não tem moral pra pisar em Santarém

Anônimo disse...

ei seu Bacana!!
Mentiras?
em outubro no evento da ACPa, ele fez discurso, inaugurando a campanha do não, como o maior cabo eleitoral do "não".
Depois passou a intimidar Prefeitos do Tapajós.
E a mentira:
Pará está sem rumo, sem dinheiro e sem propostas!!!
quer mais?
Vc sabe quem encomendou o estudo ao economsta Rogério Boueri?
Zenaldo Coutinho.
se quiser mais vai ter...