18 de dez. de 2008

Ana amplia o número de policiais.

O comando da Polícia Militar do Estado vai realizar, nesta quinta-feira 18, às 9h, na Aldeia Amazônica “David Miguel”, no bairro da Pedreira, a solenidade de formatura do Curso de Formação de Soldados (CFSD/2008). O evento vai contar com a presença da governadora do Estado, Ana Júlia Carepa; do secretário de Segurança Pública, Geraldo José de Araújo; do comandante geral da PM, coronel Luiz Cláudio Ruffeil Rodrigues.
Os concluintes realizaram o curso no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), localizado no Complexo do Comando Geral da PM, em Belém. O CFSD 2008 durou 7 meses e inovou ao incluir na grade curricular o Curso de Formação de Promotor de Polícia Comunitária. Todos os alunos também realizaram o Estágio Operacional Supervisionado nas unidades do Comando de Policiamento da Capital (CPC).
O comando da Polícia Militar também formou no município de Santarém 171 novos soldados, 160 em Castanhal; 25 em Monte Alegre;100 Conceição do Araguaia; 96 Paragominas; 31 Barcarena; 88 Tucuruí, 83 Altamira; 28 Parauapebas e 81 em Marabá.
Ao todo, novos soldados cursaram 1.055 horas/aula envolvendo trinta disciplinas, com destaque para Técnicas Policiais, Defesa Pessoal, Direitos Humanos, Direito Penal Militar e Gerenciamento de Crises.
Entrega de veículos – Durante a solenidade de formatura dos novos soldados da Polícia Militar a governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, fará a entrega de 295 veículos para reforçar a segurança pública em todo o estado.
A Polícia Militar receberá 69 veículos operacionais (40 pick-up L-200, 4 pick-up Ranger, 18 caminhonetes Blazer e 7 furgões) e 184 motocicletas que vão intensificar as ações de policiamento e patrulhamento da ROTAM e dos Comandos de Policiamento Regionais (CPR's), situados no interior do estado.
Também serão entregues 37 veículos para a Polícia Civil e 5 caminhões de combate para o Corpo de Bombeiros Militar do Pará.
Logo após a entrega, os veículos seguirão em três comboios para as áreas do distrito de Icoaraci, Centro e Guamá.

Os craques do Jogo das Estrelas

Depois de muita expectativa, a coordenação do Jogo das Estrelas divulgou a relação dos 15 craques confirmados que reforçarão a candidatura de Belém a uma das sede da Copa do Mundo de 2014. Todos vão atuar ao lado de Ronaldinho Gaúcho no próximo dia 23, às 21h, no estádio do Mangueirão contra a Seleção Paraense.

Já estão confirmados o meio-capista Diego Souza do Palmeiras (SP), o lateral-esquerdo argentino Sorín do Cruzeiro (MG), o volante Kléberson do Flamengo (RJ), o volante Túlio, o meia Lulinha e o atacante Dentinho, companheiros de Ronaldo Fenômeno no Corinthians (SP), o goleiro Victor, o lateral-esquerdo Felipe Mationi e o meia Theco do Grêmio (RS), o zagueiro Regis do Defensor do Uruguay, o meia Daniel Carvalho do Internacional (RS), o volante Marlos do Coritiba (PR), o meia Fernando do Vasco (RJ) e o volante Vampeta completam o time de craques.


Do exterior chegarão o meia Renato Augusto do Bayer Leverkusen (Alemanha), o atacante Jô do Manchester City (Inglaterra) e o volante Gavilán, da Seleção Paraguaia. Dois jogadores estão na lista de convocados mas ainda não confirmaram presença: o lateral-direito Léo Moura, do Flamengo (RJ) e o atacante Wagner Love, do CSKA Moscou, da Rússia.


A seleção de craques paraenses contará com nomes que fizeram história no futebol paraense, como Robgol, Sandro Goiano (Sport Recife) e Iarley (Goiás), sendo que estes dois últimos ainda não confirmaram presença. O meia Adrianinho, que já defendeu o Paysandu e está no Brasiliense (DF) confirmou presença. O volante Vânderson, revelado pelo Castanhal e campeão da Série B e da Copa dos Campeões pelo Paysandu, também estará presente. Atualmente ele defende o Vitória (BA).
O goleiro Ronaldo, também revelado pelo Papão e que esteve presente nas maiores conquistas do clube, será o camisa um do selecionado local. Atualmente ele defende o Luverdense (MT). O centroavante Bebeto e lateral-esquerdo Wellington Saci, ambos do Corinthians (SP), o atacante Lima e o lateral Pará, os dois do Santos (SP), o meia Roma, ex- Flamengo e atualmente na Albânia, também jogarão pelo Pará.


Colorido – O Governo do Estado, através do GT Belém 2014, vem trabalhando ao lado da organização do Jogo Das Estrelas e pede a quem for ao Mangueirão, no próximo dia 23, para usar e abusar do verde e amarelo. A idéia é colorir o palco da partida, em uma prévia do que está sendo preparado caso a capital paraense seja escolhida como uma das sedes do Mundial do Brasil. São esperados 45 mil torcedores no jogo que marca a volta de Ronaldinho Gaúcho a capital paraense, três anos depois da última passagem em solo paraense, no duelo Brasil x Venezuela pelas eliminatórias da última Copa do Mundo.



Investimentos - O valor antecipado dos ingressos das arquibancadas é de R$ 20 mais 1kg de alimento não-perecível. Para o dia do evento, será cobrado R$ 25 mais 1kg de alimento não-perecível.
Já o custo para cadeiras cativas será de R$ 40 mais 1kg de alimento e de R$ 12 mais 1kg de alimento para a meia-entrada.
O Jogo das Estrelas é uma promoção do Grupo Imagem, em parceria com a Federação Paraense de Futebol (FPF) e apoio do Governo do Estado do Pará.


Serviço

Os ingressos estão à venda desde a segunda-feira (15) na rede de farmácias Extrafarma. Portadores de necessidades especiais, idosos e crianças devem se dirigir ao prédio sede da Federação Paraense de Futebol (Rua Paes e Souza nº 424, bairro do Guamá) para a aquisição de seus ingressos. As gratuidades serão limitadas.
Andrei Protázio e Tylon Maués

Leolar


Uma potência no sul do estado com 52 lojas e perto dos 3.500 funcionários a Leolar de Leonildo Rocha fecha 2008 com uma ampliação da loja na Folha 31 em Marabá, completando assim 8 inaugurações neste ano, incluindo aí 2 lojas em Araguaína no Tocantins.
Muito se fala sobre as intenções da Leolar de chagar à Belém, mas segundo as informações que o próprio Leonildo passou a um grande empresário varejista de Belém, a capital está fora dos planos em médio prazo.
A intenção da empresa é ampliar sua participação no interior, e também atacar parte do Maranhão e do Tocantins, nas proximidades com o Pará.

Água

Santarém está precisando de um rio Tapajós todinho para apagar o incêndio e os ânimos por lá.

Pan

Mauro Cléber passou a quarta rodando Salinas e região. O motivo é a mudança de classificação da FM Joven Pan do Sal, que agora aumenta sua dimensão e transmissão.

Sebrae

Ainda há tempo de uma composição para a eleição do Sebrae que acontece nesta quinta. Sebastião Miranda tem o apoio de Ana para a superintendência, mas cresceu na noite de quarta a possibilidade de uma composição.
Como política é igual a nuvem, em uma hora temos um carneirinho e na outra a imagem de um dragão, tudo, absolutamente tudo pode ocorrer nesta quinta.
O certo é que o estoque de Lexotan deu uma sumida das farmácias nesta quarta.

Yamada

A conta do supermercado Yamada que passou para a Borges saiu das mãos da Castilho, que também atendia ao Cartão Yamada.
Mas a definição de quem atenderá o cartão, ainda não foi feita. Pode ser a Gamma, mas só será definido nesta quinta.

Escola

O Sophos abre escola em Macapá.
Por lá tem vaga para 500 alunos.

Pebas

Darci deve anunciar nesta semana seu novo secretariado de Parauapebas, com novidades.
Por falar em Pebas, o publicitário Vadinho Freitas da OMG já foi chamado por Darci para um papo.

Maria

Maria disse ao Espaço Aberto que se for mantida a sentença, abre mão de seu posto no judiciário para se candidatar novamente a prefeita de Santarém.
Leva mais uma vez.

Crise?

Um empresário me disse hoje;
- Nesta crise só um setor vai crescer. O "negocio" das igrejas. Vão estar cheias de gente pedindo a colaboração dos pastares para levarem suas súplicas aos céus.
É, faz sentido.

Dizem por aí...

Que Sebastião Miranda teria dito a um interlocutor, semana passada, o seguinte;
- Se o Sebrae é tão bom assim, porque será que Ana me escolheu, e não um petista?
Sei lá Miranda, sei lá...

A figura mais paparicada do momento lá pelos lados da Câmara Municipal de Belém é o Cobrador Pregador, que como o nome já diz é - ou foi - cobrador de ônibus e pregador evangélico.
Dizem, sua eleição se deve o apoio em massa da classe - cobradores e motoristas - e um reforço dos fiéis.
Os holofotes a partir de primeiro de janeiro também estarão nele.

Está no Quinta...

Eleições no TJE

O desembargador Rômulo Nunes, por 23 x 6, é o próximo presidente do TJ paroara. A recomendação do CNJ de eleger o (a) mais antigo (a) não foi seguida pela Corte sob correição.
O clima da reunião contrastou com a elasticidade do placar.
Ontem, uma fonte do blog alertou para a possibilidade de esfregões na sessão de hoje.
Não deu outra. A desembargadora Maria Helena Ferreira, derrotada na eleição, denunciou a existência de um suposto esquema de distribuição de processos entre o TJ e escritórios de advocacia. A presidente da Corte, desembargadora Albanira Bemerguy, pediu que fossem apresentadas provas. O desembargador Milton Nobre manifestou-se contrário à discussão do tema naquela sessão, destinada à escolha do novo comando do Poder.
Há informações que a desembargadora Maria Helena já teria denunciado o suposto esquema ao CNJ.
É mais um escândalo na temporada, já cheia deles.

A crise para a eleição da Alepa, segundo Parcifal Pontes...

O deputado Parcifal conta em 5 capítulos a "crise" para a eleição da mesa da Alepa. Aqui, os dois primeiros, sendo que os outros 3 ainda serão publicados por ele, e também postados aqui.
Interessantes.



Muito barulho por nada I



A crise que envolveu a recente eleição da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Pará tem tido muitas versões: aqui vão os fatos.

O anúncio da crise

Minha filha passara no concurso do Ministério Público Federal, que a lotou em Altamira. Eu e Ann viajaríamos à tarde para preparar o apartamento que houvéramos alugado para acomodá-la.
Pela manhã o meu celular chamou. O nome do Deputado Domingos Juvenil, Presidente do Poder Legislativo do Pará, apareceu no visor. Ele narrou-me um telefonema que acabara de receber da Governadora do Estado.
Sua Excelência recusava veementemente a participação do PSDB na 1ª vice-presidência da mesa diretora da Assembléia Legislativa do Pará.
“Ela não aceita o PSDB em lugar algum da mesa”, narrava-me o Deputado Juvenil, “e rompe com o PMDB se isto não for desfeito”, completava o relato.
Sugeri que nos dirigíssemos ao Diário do Pará, onde estava o Deputado Jader Barbalho, Presidente Regional do PMDB.
Na extremidade direita da enorme mesa de madeira de lei da sala de reuniões do Diário do Pará, estava sentado o Deputado Jader Barbalho e seu assessor Antonio José, que me ouviram o relato do telefonema do Deputado Juvenil. A primeira decisão foi vetar a minha viagem para Altamira naquela tarde.
O Deputado Juvenil chegou. Sugeriu procurar o PSDB, explicar a situação, e pedir à agremiação que aceitasse a saída da chapa, o que foi refutado pelo Deputado Jader Barbalho: o PMDB houvera convidado o PSDB para compor a 1ª vice-presidência e não poderia desconvidá-lo em um primeiro soluço vindo do Palácio dos Despachos.

Naquele momento se estabelecia o impasse até então mais grave na aliança que se estabelecera entre o PT e o PMDB, no segundo turno da eleição majoritária dois anos antes. Por ironia eventual, a aliança fora selada naquele mesmo prédio do Diário do Pará.
Fiz uma ligação ao Chefe de Gabinete do Palácio dos Despachos, Claudio Puty. Argumentei que a aliança com o PSDB à mesa era originalmente tática e não extrapolava os limites do Poder Legislativo.
Acrescentei que não havia razões para uma crise na aliança, já esgarçada por motivos outros, pelo fato de o PSDB ter alcançado um posição diretora que não tinha maiores repercussões na administração da pauta legislativa.
O Chefe de Gabinete retrucou que a posição da Governadora estava mantida e que não via razão para adicionar o PSDB na mesa, já que o Deputado Juvenil houvera, com outros partidos, garantido a sua reeleição.
O diálogo era previsível e medido. O intento, todavia, houvera sido alcançado: estabelecer uma correspondência qualificada com o Palácio, no meio da crise, pois se sabia que no momento em que ela vertesse às ruas, aqueles cuja expertise é jogar lenha na fogueira iniciariam o serviço.
Avaliamos que a ameaça de rompimento não seria considerada, pelo fato de não termos receio algum das respectivas conseqüências: o PMDB, e nem um dos seus próceres, conseguira, até agora, algo substantivo na aliança sempre estressada com o PT, por isto, não nos era sacrifício ir para a oposição.
O Deputado Jader Barbalho sugeriu que nos mantivéssemos em vigília, à espera do próximo movimento do Palácio e, dependendo deste, organizaríamos a resistência.
Saímos para almoçar na casa do Deputado Juvenil. Antes de chegarmos ao destino recebi um telefonema. Alguém do outro lado da linha pedia-me para ser recebido: disse aos deputados que eles não teriam a honra de ter-me à mesa e rumei a minha residência onde marcara com o interlocutor.
Em casa, no meu gabinete de trabalho, a conversa com a figura que me ligara começou algo tensa. Observei que não poderíamos fazer o papel do guerreiro alucinado: aquele que, no calor da liça, golpeia para todos os lados e acaba decepando o próprio pescoço.
Amainou-se, ao meio, a conversa. Ao final, estabeleceu-se um pacto: tentar dissolver o impasse para salvaguardar a governabilidade serena que o Palácio houvera tido nos dois anos que se findavam.
Todavia, havia certa imponderabilidade na empreitada: como equacionar uma chapa à mesa sem o PSDB, a vontade da governadora, se o PMDB já o houvera convidado, e não tinha intenção de, unilateralmente, fazer-lhe o distrato?
Enquanto isto, no governo, iniciou-se o movimento que se intensificaria a partir do sábado: montar uma chapa palaciana para a defenestração do PMDB da Presidência do Poder Legislativo.
No final da tarde, chegou uma mensagem da Governadora no celular do Deputado Juvenil: ela não poderia recebê-lo à hora aprazada na ligação da manhã.
Lemos a mensagem como a senha para a nossa arregimentação: precisávamos nos preparar para a contenda.
Recebi uma ligação do Palácio: o Puty convidava-me para um café, no sábado pela manhã.
Participei o encontro ao Deputado Jader Barbalho, que aquiesceu, estabelecendo os limites do diálogo.
Terminei o dia com a sensação de que o rompimento com o PT estava na próxima esquina.



SEGUNDA PARTE

Meu almoço é um ciabata com manteiga e um café com leite médio. Às vezes exagero e peço um pão careca como sobremesa.
O melhor ciabata de Belém está na esquina da Braz de Aguiar com a Dr. Moraes. Foi na calçada da Delicidade que eu o Puty nos sentamos para conversar.
O que já houvéramos concluído foi ratificado pelo Puty: trazer o PSDB para a 1ª vice-presidência levara o núcleo do Governo a intuir que o acordo extrapolara a mesa e alcançara as eleições de 2010.
O Chefe de Gabinete do Palácio cantou-me a chapa de 2010: o ex-governador Simão Jatene para governador, o ex-senador Luis Otávio para vice-governador e Jader Barbalho para Senador.
Pensei com os meus botões: “esta é até uma boa opção que eles nos estão dando”. Não quis verbalizar, contudo, o chiste, para não levar a conversa para a adolescência.
O PT não confia em aliados, mantendo-os a uma distância além da regulamentar, o que não permite a conquista e assevera a ruptura, daí a dificuldade do Governo em consolidar uma base no parlamento, onde se refletem as insatisfações do mau tratamento recebido.
Para o PT, os aliados devem ser mantidos em prateleiras altas. Quando ele necessita de algum, desce-o, e, depois de usá-lo, sobe-o de volta, onde se deve manter empoeirado.
Eu já dissera ao Chefe de Gabinete do Palácio que o PMDB não desejava a ruptura que sempre pairava na relação, mas, se o PT investia nela sempre, a partir dali não mais insistiríamos: estávamos preparados para romper.
Observei que o Governo avaliava equivocadamente o nosso movimento de 2010: arregimentáramos 41 prefeitos e 1 milhão de votos e isto, a priori, nos autorizava a marchar com um candidato próprio em 2010 caso houvesse um rompimento.
O candidato do PMDB ao governo seria o Deputado Jader Barbalho. A campanha de 2010, portanto, teria dois ex-governadores a serem confrontados pela atual governadora: Jader em Jatene.
Após mais algumas doses de diálogos de guerra fria, quando os lados fazem questão de protagonizar munições, mas ressalvam os tiros, aventou-se a hipótese, na esteira de solucionar a crise, de o governo montar uma chapa para a mesa, preservando a candidatura do Presidente Juvenil.
Na Assembléia Legislativa do Pará, a eleição do Presidente da Casa se faz em primeiro lugar, e somente depois disto se elege a mesa, onde estava o impasse.
Despedimo-nos convencidos de que o rompimento da aliança, ainda que fosse uma expectativa, não deveria ser uma oportunidade. As respectivas razões para tal ficaram nas entrelinhas do diálogo. Algumas, em certos momentos, foram negritadas.
O Deputado Jader Barbalho me esperava na enorme mesa do Diário do Pará. Narrei-lhe os detalhes do encontro. Ele ouviu circunspecto: avaliava as missivas que mandara ao Governo por mim, assim como as de lá entregues pelo Puty.
À chegada do Deputado Juvenil, já concluíramos que os dois lados fabricavam munição para uma batalha que ambos desejavam evitar, embora não descartassem travá-la.
Embora tivéssemos vantagem numérica consolidada, o Governo contava com a arregimentação usual para nos impor defecções, todavia, a fragilidade do Palácio dos Despachos, nos fazia acreditar que, por mais que algumas defecções houvesse, elas não seriam suficientes para nos bater.
Iniciou-se no sábado, nos dois lados, a contagem dos votos: nós, com a contingência de aferir as possíveis defecções; o governo, no afã de alcançar número para lançar um candidato que pudesse liquidar o Deputado Juvenil.
Cismamos que o Palácio convocaria o Deputado Martinho Carmona, de nossas próprias fileiras, para ser a ponta de lança do seu ataque ao Deputado Juvenil e que, caso o Deputado Carmona aceitasse a operação, o Palácio teria conquistado uma cabeça de ponte consideravelmente perigosa.
Os celulares disparavam o sino a todo o momento: iniciara a intriga, mãe da discórdia, Prima Donna da barganha.
A governadora, quiçá, começou a verificar que poderia estar caminhando uma trilha onde é assaz complicado saber de que lado está o adversário: a política é também a arte da dissimulação.
Os rumores de uma chapa palaciana ganharam corpo. O governo ensaiava cenários e convocava virtuais candidatos: teve dificuldades para encontrar alguém que fosse consenso, mas continuou a providenciar.
À tarde a Governadora decidiu reabrir o diálogo com o Deputado Juvenil, convidando-o a sua residência: interpretamos o movimento como um índice da dificuldade do Palácio em montar a sua infantaria.
O Deputado Jader Barbalho e eu conversamos longamente com o Deputado Juvenil. Estabelecemos cenários de possíveis enfrentamentos. As conclusões eram sempre de que não havia risco cinemático de derrota.
Sob a certeza de que não faltariam votos para a sua reeleição, o Deputado Juvenil, à boca da noite, deixou o seu apartamento rumo à residência da Governadora.
A conversa foi longa. A Governadora estava ponderada, todavia não cedia aos argumentos do Deputado Juvenil.
Alegou que nos 12 anos em que o PSDB ocupou o Palácio dos Despachos, o PT jamais teve assento à mesa da Assembléia Legislativa, portanto não poderia aceitá-los, agora, na 1ª vice-presidência. Advertiu que o PT, em reunião, também emitira resolução no mesmo sentido.
Ao fim, o Deputado Juvenil saiu da residência governamental com um recuo tático do governo: o PSDB seria aceito na mesa, desde que em outra posição geográfica. A Governadora sugeriu a inversão da chapa, ou seja, o PSDB viria para a 2ª vice-presidência e aquele que a ocupava chegaria à primeira.
Ao ouvirmos o relato do Deputado Juvenil sobre o encontro com Sua Excelência, decidimos que o domingo seria uma espécie de armistício. Eu viajaria para Altamira logo cedo, e retornaria à noite, ficando com a aeronave lá para qualquer emergência de retorno.
Era 01H30M da madrugada de domingo quando cheguei em casa. Ann fitou-me. Seus olhos perguntaram como estava a situação.
Respondi que o impasse persistia, embora o rompimento não mais me parecesse tão perto quanto na sexta-feira, mas, que ela continuasse com as gavetas da Paratur limpas, como eu a advertira antes.
Domingo de MPB
A programação de natal do Hangar deste domingo (21) traz uma das atrações mais aguardadas do grande público, o cantor Ivan Lins, que tem conferido shows gratuitos promovidos pelo Centro. Dono de interpretações intensas, Ivan cantará na área aberta do Hangar seus maiores sucessos e novidades de seu álbum de trabalho 'Acariocando'. Também no domingo as cantoras Alba Maria, Andréa Pinheiro, Maria Lídia e Simone Almeida apresentarão os espetáculo 'Mulheres de Holanda', com um repertório todo montado em composições de Chico Buarque. Informações: 3344.0100
GENERAL RESPONDE A MIRIAN LEITÃO
Resposta do General Torres de Melo à carta da jornalista.

À Senhora Jornalista Miriam Leitão
Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível. Senti,
em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES
BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de
ONTEM. Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar
credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um
tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E
ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram
com convicção terem apren dido o que não podem fazer". Permita-me
discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois
fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas
militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou
demonstrar a minha tese.
Texto completo
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No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará,
Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da
época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador
do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação
manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem.
Pelo contrário.

Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História
registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos
Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos
governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos
Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas
pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década
de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os
Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre
jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30,
apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que
abraçou o comunismo russo.

Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes
das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos
Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a
ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que fizeram a
revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para
a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos
verdadeiro s Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem
deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro de seu espírito de
justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO -
CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos
dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos
Militares de Ontem.

Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam
dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da
esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria
nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre
Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves
contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da
URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por
Hitler. O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35)
foram afundados. E ra a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o
ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram
chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que
pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. Não rasgamos
as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo
Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se
impôs MILITAR algum.

O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos
comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras
cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos". Prefiro o primeiro
e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se
tinham os GULAGs.

O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO
DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes
como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na ilegalidade
foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos
Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de
guerra entre os dois países. Dutra vivia com o "livrinho" (a
Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam
intervenções em alguns Estados, inclusive em São Paulo. A senhora deve
ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles
idos.

Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos
anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que
os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça. Os Militares de
Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que
vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis
nem feriram a ordem.

Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos colocar
como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas
não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça.

A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio
Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas
divergências. Eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a
ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande
choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS
(1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os
intelectuais esquerdistas ficam sem rumo.

Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio
Quadros. Esperança da vassoura. Desastre total. Não foram os Militares
de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o
cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus
dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as
Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas
"vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello.

Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões
políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no
governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe
do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de
comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina
chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de
Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando
colocar o Exército na luta política.

Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília,
indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube
representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda,
Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos
(todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela
Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a
angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE
ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES
são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem.

Minas desce. Liderança primeira de civil; era Magalhães Pinto. Era
a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse
ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas
vésperas de 31 de março: haverá golpe. Não sabemos se deles ou nosso.
Não vamos ser hipócritas. A senhora, inteligente como é, deve ter lido
muitos livros que reportam a luta política daquela época (exemplos:
A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de Jacob
Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda
desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob
Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser tentada
pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968". Na
há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas
e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser compreendê-la na
perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que
praticou". Violência gera violência.

Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus
erros e virtudes desenvolveram o País. Não vamos perder tempo com
isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA.
João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos; e
Ulisses não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar
parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances
de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "luga r de
Brasileiro é no Brasil", como dizia. Não esquecer o terceiro choque
sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa
esquerda não sabe desse fato histórico.

Diretas já. Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e
chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que não são
responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre
aguardando a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de
hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em
cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu,
José Genoíno, e que tais. O que já se ouve, o que se escuta é o povo
dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da
"ditadura" era que se era feliz e não se sabia...Mas os Militares de
Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados
democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso.

Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES
DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é
que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções
justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. São sem
ética e sem moral, mas também despudorados. E o Brasil sofrendo, não
por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de
canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens.

Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta
carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio
atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo
econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político
por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus
de uma reacionária de esquerda.

Atenciosa e respeitosamente,

GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO.

(Um militar de ontem, que respeita os militares de hoje, que
pugnam pela Lei e a Ordem).

17 de dez. de 2008

Do blog Pelos Corredores do Planalto...

Deputado Wladimir Costa acaba de pedir a "cabeça" do Delegado-Geral de Polícia do Pará

Sem papas na língua, bem ao seu estilo, o deputado Wlad Costa (PMDB-PA) acaba de pedir à governadora Ana Júlia Carepa a cabeça de seu Delegado-Geral de Polícia, Justiniano Alves Junior, a quem chamou de despreparado para as funções.



O parlamentar atribui a violência generalizada no Estado à incompetência do policial no Estado.

Mudança

A conta dos Supermercados Yamada acaba de passar para as mãos da Borges Publicidade, que já atende outro segmento do grupo a muito tempo.

16 de dez. de 2008

Basta

Ainda chocada pelo assassinato do Salvador Nahmias resolví que não posso mais conviver com a sensação de impotência que tanto mal nos faz. Ainda sem saber o que e como fazer resolví passar este email para que juntos pensemos em ações eficazes para dizermos BASTA ! Chega ! Chega de tanta insegurança. Quantos amigos, cidadãos de bem, pais e mães de família perdemos este ano fruto da violência que tomou conta da nossa cidade ? Quantas mães estão chorando a perda de seus filhos ?
Estamos vivendo em nossa cidade um estado de sítio. Estamos sitiados, encurralados pela violência em um Estado sem Governo.Estamos cerceados em nossa liberdade constitucional de ir e vir. Nossa geração já enfrentou muitas crises econômicas, mas trabalhamos muito para propiciar uma boa qualidade de vida para nossos filhos, conseguimos oferecer a eles a possibilidade de frequentar um bom clube, ter uma vida cultural,etc, mas não queremos que eles saiam de casa para usufruir pois temos medo que não voltem com vida. Hoje não existe mais horário nem lugar de risco. Há dias atrás o filho de um casal amigo sofreu um sequestro relampago na saída da Assembléia paraense às nove e meia da noite e ficou horas refem de bandidos circulando pela periferia da cidade ameaçado por uma arma. Outro casal amigo em plena Conselheiro Furtado, às nove horas da noite foram apanhar uma amiga em casa e na porta do prédio foram ameaçados por 3 bandidos armados que tentaram, graças a Deus sem sucesso, levá-los junto com a carro.O filho de uma amiga teve a loja assaltada por bandidos fortemente armados q aterrorizaram clientes e funcionarios ....
Eu sei, e todos sabemos que os problemas sociais deste País e deste Estado são enormes. Todos nós nos sensibilizamos por isso e todos com certeza fazemos alguma coisa para tentar minorar esta situação. Mas tenho clareza de que não somos responsáveis pelo desemprego, pela miséria, pela fome e pela violência.
Todos os dias saímos para trabalhar para poder sustentar nossa família e apesar de entregarmos o correspondente à 4 meses e meio de trabalho para o imposto de renda, com o que nos resta ainda temos de pagar em duplicidade escola e plano de saúde para nós e nossos filhos porque o serviço oferecido pelo Estado e custeado com nosso dinheiro não oferece a menor condição. Hoje, nós da classe média já nem esperamos usufruir de boas escolas públicas para nossos filhos como acontece nos EUA e na Europa. Não queremos ser tutelados pelo Estado, mas o mínimo que precisamos é SEGURANÇA. Ninguém tem condição de viver se sentindo ameaçado o tempo todo, como temos nos sentido. Temos o direito de ir e vir com segurança e tranquilidade e de exigir que o Estado garanta essa segurança pois é dever dele.Para isso pagamos os impostos. Precisamos exigir que o Governo preste conta do dinheiro que entregamos a ele todos os meses.
Como tantas armas vão parar nas mãos dos bandidos. Por que o mesmo Governo que nos desarmou não consegue ou não quer desarmar os bandidos? E a grande maioria são menores de idade que na hora do assalto estão drogados e apavorados, totalmente sem condições de manter o controle e atiram mesmo que você não reaja.
O que eles tem a perder? Uma vida não vivida? Uma infância de abandono, violência e abusos?
Todas as vêzes que me defronto com uma situação como essa antes de sentir raiva desses seres marginalizados da sociedade sinto raiva daqueles que receberam todas as condições de se transformarem em cidadãos dignos pois tiveram oportunidade de estudar e geralmente se formaram em universidades públicas custeadas pelo nosso dinheiro, de exercer uma profissão, de assumir cargos públicos, mas na hora de retribuir à sociedade se corrompem e geralmente são pessoas que recebem os melhores salários.
Você acreditaria se na sua juventude lhe dissessem que quando adulto iria se defrontar com Juízes, pessoas responsáveis pela materialização da justiça, se corrompendo e vendendo sentenças? E o que dizer dos políticos? Lembro que quando jovem, Senador da República representava para mim uma pessoa extremamente culta, honesta, merecedora de meu respeito e admiração. Mas quais os senadores que nossos filhos conhecem? Os "mãos santas" da vida?
Quantas vidas mais terão que ser tiradas, quantas pessoas terão que ser brutalmente assassinadas para que o executivo, legislativo e judiciário reconheçam que a reforma do sistema judiciário é uma necessidade urgente? Que a impunidade precisa acabar, que o sistema penal precisa ser digno e investir na reabilitação dos presos?
O novo Secretario de Segurança, que parece ser uma pessoa bem preparada, não se sente na obrigação de falar para essa população apavorada e acuada quais as medidas que está tomando para garantir a nossa segurança?
Onde está o governo que não se mostra à sociedade para prestar contas do que não faz?
Minha sábia mãe tem razão quando diz que se todos os governantes (Governadores, Prefeitos, Secretários, etc) fossem obrigados a utilizar, bem como seus familiares, a rede pública de serviços (escolas públicas, hospitais e postos de sáude públicos ...) a realidade seria outra.

Nós não somos responsáveis pelo desemprego, pela existência de crianças sem escola, pelo caos da saúde pública, pela falta deegurança, pela impunidade ......
Responsáveis são os Governantes incompetentes, irresponsáveis, que usufurem do poder para satisfazer o seu ego.
Responsáveis são aqueles membros do legislativo, executivo e judiciário corruptos, que se utilizam do poder de seus cargos para benefício próprio.
Responsáveis são aqueles que desviam o nosso dinheiro que deveria chegar na forma de comida na mesa das crianças das escolas públicas que na maioria das vêzes só fazem aquela refeição.
Responsável é o Governo que não tem competência nem interesse em investir o nosso dinheiro na construção e manutenção de escolas em condições de formar cidadãos responsáveis.
Responsável é o Governo que paga salários degradantes aos professores, médicos e policiais, ao mesmo tempo que desvia ou permite que seja desviado um montante absurdo de recursos públicos pela via da corrupção.
Você concordaria em trabalhar para o governo como professor, médico ou policial sem que lhe fossem oferecidas as mínimas condições de trabalho e recebendo um salário degradante para funções tão importantes para uma sociedade? Você já esteve em um Hospital Público ou Pronto socorro para ver as condições de trabalho com as quais os profissionais da saúde tem que se submeter? Você já esteve em uma escola pública para conhecer como o Governo tem investido nosso dinheiro e que condições de estudar nossas crianças estão tendo? Você já esteve em uma delegacia de polícia para conhecer as condições de trabalho , os equipamentos disponibilizados, e os treinamentos oferecidos para seres humanos que arriscam suas vidas todos os dias para trabalhar?
Você acredita que a elite governamental brasileira não conhece o que deve ser feito e como deve ser feito? Não é uma questão de competência e sim de vontade política.
Será que confiamos tanto assim no Governo ou somos extremamente acomodaddos? Mas pode ser simplesmente porque não temos tempo disponível. Pois sabemos que mesmo após tantas horas de trabalho diário temos que voltar correndo para casa a fim de dar atenção, carinho, amor e educação para os nossos filhos para que amanhã êles não precisem de bolsa família, bolsa escola, bolsa saúde, FEBEM, e etc. Mas ao contrário, sejam capazes de transformar essa realidade.
Responsáveis são as pessoas que recebem altos salários para cuidar do sistema judiciário e propiciam com a corrupção e desinteresse este elevado nível de impunidade !
Responsáveis são os juízes corruptos que vendem sentenças !
Responsáveis são os políticos que eleitos por nós para legislar em favor da sociedade quando eleitos esquecem do seu compromisso e só legislam em causa própria e tentam se reeleger a qualquer custo pois vêem a legislatura como emprego e não como missão.
Responsáveis são aqueles Governadores, Secretários de Educação e Diretores das Escolas que não fazem o seu trabalho como deveriam fazer uma vêz que são pagos para isso!
Responsáveis são aqueles Governadores, Secretários de Saúde e funcionários das Secretarias de Saúde que ou desviam ou permitem que sejam desviados os recursos(o nosso dinheiro), que deveriam ser aplicados na compra de medicamento, pagamento de melhores salários e de equipamento para os hospitais.
Responsáveis são todas as pessoas que desempenhando funções públicas não as exercem com probidade, honestidade, integridade, moralidade, eficiência e eficácia.
Responsáveis são ...........(você pode completar)
Mas infelizmente somos responsáveis por uma coisa: por não exigirmos do Governo que nos preste conta da aplicação de nosso dinheiro. Por não participarmos desde o momento de definição das prioridades até o acompanhamento da efetiva aplicação dos recursos nas prioridades definidas bem como da eficácia da aplicação através da averiguação dos resultados.
Quando pagamos um profissional para prestar qualquer serviço para nós exigimos qualidade. Se o serviço não é prestado como contratado simplesmente não pagamos ou exigimos que seja refeito. É simples, o mesmo temos que fazer com o governo. É o tão propalado Controle Social.
Quero registrar que não podemos generalizar e que ainda existem homens e mulheres públicas, autoridades e políticos honestos, bem intencionados e bem preparados.Mas infelizmente hoje são minoria.
Termino esse "manifesto" como comecei. Sou simplesmente uma cidadã comum, servidora pública, esposa e mãe de 04 filhas que como todos vocês está sentindo medo e ao mesmo tempo não aguenta mais conviver com essa situação.
Que precisa ser capaz de dar esperanças para suas filhas de que podemos mudar essa realidade. Que apesar de já não ser mais jovem os ideais de juventude, esperança e força para lutar ainda estão vivos dentro de mim. E não duvidem do poder de uma mãe quando sente que seus filhos estão em perigo !
Precisamos fazer alguma coisa para reverter essa insegurança que tomou conta de nossa cidade.
Juntos e organizados vamos encontrar formas pacíficas mas firmes de cobrar do Governo do Estado segurança para nós e para nossos filhos.
Vamos retomar a nossa cidade das mãos da violência.Vamos resgatar o direito de poder andar pelas suas ruas à sombra das mangueiras apreciar seus casarões antigos, tomar um tacacá ou sorvete, sentar nos bancos de nossas praças tão bonitas,ver o sol se por na baía.
Que o assassinato do Salvador nos impulsione a despertar e a nos organizar para juntos lutarmos pelo retorno do estado de direito.
Quem vai responder por esta morte prematura e violenta de uma pessoa que dedicou sua vida a salvar vidas?
Vamos lembrar ao Governo que êle só existe por nós e para nós.
Passem este email para todos os seus amigos, tenho certeza que várias ações resultarão desse esforço.

Vera Braga

Lúcio Mauro em Belém







Lucio 80/30 permite a esses dois atores, Lúcio Mauro e Lucio Mauro Filho, reviver seus grandes personagens e homenagear os amigos que estão aí e os que se foram também. Uma reflexão sobre a profissão do ator, o ofício passado de pai para filho e a importância de se dizer “eu te amo”, ou mesmo, “obrigado”. Dois atores, dois comediantes, tão parecidos e tão diferentes, revelando o que cada um mais gosta no outro e o que não gosta também.

Textos declamados às alturas, música e muito humor. Tudo isso saindo de dentro de um quarto de hospital. Um filho lutando por seu pai e fazendo da arte uma terapia de cura.

Ao mesmo tempo em que a peça começa a criar forma, o pai, mais animado do que nunca, vai entrando em forma. E, quando menos se espera, o milagre acontece: ele está curado e pronto para estrear!

Processo de escrever - Unindo todas as experiências que tiveram, profissionais e pessoais, pai e filho começam a ensaiar uma peça onde passam a limpo suas vidas, seus acertos e erros, alegrias e vitórias, descobrindo onde suas histórias se encontram e revelando o imenso amor e admiração que um tem pelo outro.


JUSTIFICATIVA - Lucio 80/30 é uma celebração em cena, pois garante a oportunidade de comemorar os oitenta anos de vida de um dos maiores comediantes do nosso país. E não só isso... Também é uma exaltação à vida em família, aos filhos que escolhem a mesma carreira profissional de seus pais e de como cada um trilha seu próprio caminho sem esquecer as lições paternas.

Trata-se de uma oportunidade de apresentar como o ofício da interpretação cênica se transformou durante os últimos cinqüenta anos, sob a ótica de dois representantes de gerações tão diferentes.

Lucio 80/30 marca o encontro, pela primeira vez no palco, desses dois comediantes, pai e filho tão populares, num país onde a televisão se confunde com a vida das pessoas.

Para o pai, a sensação de ter um herdeiro legítimo da sua arte e do seu amor por ela. Para o filho, um legado que não é um fardo, mas uma fonte inesgotável de exemplo de profissionalismo, amizade e respeito ao público.


Lucio Mauro – ator

Há quase sessenta anos, Lucio de Barros Barbalho deixou Belém do Pará, sua terra natal, para viver o sonho de ser ator. Naquele tempo não existia televisão e nenhum pai tinha orgulho por seu filho seguir a carreira de ator. Mas Lucio partiu, deixando o pai seu Luis resignado e sua mãe Dona Júlia com a certeza de que aquele menino ia longe. E foi. Primeiro pra Recife, aonde trabalhou no Rádio, no Teatro, além de inaugurar a televisão no Nordeste. Lá atuou com Barreto Junior, Zé Santa Cruz, Arlete Salles, Procópio Ferreira, Bibi, Chico Anysio, dentre tantos outros. Do nordeste para o sudeste, Lucio foi pioneiro na implantação das redes de televisão. Passou pela TV Rio, Tupi, pela Excelsior, até pousar na TV Globo no Rio de Janeiro, onde fixou moradia. Fez personagens inesquecíveis, como o Fernandinho da Ofélia, o Da Julia (homenagem a sua mãe) de Alberto Roberto, em uma das muitas parcerias feitas com Chico Anysio, além de dirigir programas célebres como “Balança Mas Não Cai” e “A Festa É Nossa”. Casou-se duas vezes, e teve cinco filhos. Em um deles, colocou seu nome artístico, Lucio Mauro.

Lucio Mauro Filho – ator e diretor

Como se fosse uma praga do nome, Lucinho também foi mordido pelo bicho da atuação. Fez teatro desde cedo, no Tablado, onde estudou e trabalhou com grandes professores como Guida Vianna, Cacá Mourthé, João Brandão e Bernardo Jablonsky, além da mestra maior, Maria Clara Machado. Profissionalizou-se aos dezessete anos e iniciou uma bela carreira teatral, trabalhando com grandes nomes como Gugu Olimecha, Chico Anysio, Guel Arraes, João Falcão e Ivan de Albuquerque, seu mestre, com quem trabalhou durante seis anos até sua morte em 2001. Protagonizou importantes trabalhos como “Hamlet” e “Bravo Soldado Schweik”, além de participar de grandes sucessos de público e crítica como “Lisbela e o Prisioneiro” e “Homem Objeto”, espetáculo que lhe rendeu o Premio Austregésilo de Athayde da Academia Brasileira de Letras como melhor ator de teatro de 2002. Na TV, interpretou personagens populares como o Alfredinho na dupla formada com Jorge Dória para o programa “Zorra Total” e Tuco, filho encostado de “A Grande Família”, programa de humor de maior audiência da televisão brasileira, que está chegando aos cinemas em 2007. Casado pai de dois filhos, Lucinho não nega a origem e tem orgulho de poder carregar esse nome, Lucio Mauro, ao qual teve que acrescentar o “Filho”, para que o público possa saber quem é quem.

15 de dez. de 2008

Vila

Domingo a Vila Encantada do Grêmio deve ter batido o recorde de público. Mas nesta segunda não teve o evento.
Dizem, os artistas estão cansados.
Mas não dava para descansar depois de dezembro, já que a Vila é só uma no ano?
Quem foi por lá hoje, bateu com a cara no portão.

???

O discursso Sefer coloca uma novidade na mesa. Quem é o cara da imprensa que chantegeou o deputado?
E chantageou por que?
A POBRESA DOS RICOS
Cristovam Buarque

Em nenhum outro país os ricos demonstraram mais ostentação que no Brasil.
Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram
sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos
modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de
subúrbio. E, às vezes, são assaltados, seqüestrados ou mortos nos
sinais de trânsito. Presenteiam belos carros a seus filhos e não voltam
a dormir tranqüilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas
para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome,
e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos
tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em
turnos.
Os ricos brasileiros usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes
oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem
de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da
Europa não conseguiriam freqüentar, mas perdem o apetite diante da
pobreza que ali por perto arregala os olhos pedindo um pouco de pão;
ou são obrigados a ir a restaurantes fechados, cercados e protegidos
por policiais privados. Quando terminam de comer escondidos, são
obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o
prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar
até um bar para conversar sobre o que viram. Mesmo assim, não é raro que o
pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na
estrada a caminho de casa. Felizmente isso nem sempre acontece, mas
certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o
sobressalto continua, mesmo dentro de casa.
Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que
acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o
patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em
que os filhos crescerão. Os ricos brasileiros continuam pobres de tanto
gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela
desigualdade que suas riquezas provocam: em insegurança e
ineficiência.
No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte
considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas.
Por causa da pobreza ao redor, os brasileiros ricos vivem um paradoxo:
para ficarem mais ricos têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais
apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente. Quando
viajam ao exterior, os ricos sabem que no hotel onde se hospedarão
serão vistos como assassinos de crianças na Candelária, destruidores da
Floresta Amazônica, usurpadores da maior concentração de renda do
planeta, portadores de malária, de dengue e de verminoses. São
ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos
estrangeiros.
Na verdade, a maior pobreza dos ricos brasileiros está na incapacidade de
verem a riqueza que há nos pobres. Foi esta pobreza de visão que
impediu os ricos brasileiros de perceberem, cem anos atrás, a riqueza
que havia nos braços dos escravos libertos se lhes fosse dado direito de
trabalhar a imensa quantidade de terra ociosa de que o país dispunha.
Se tivesse percebido essa riqueza e libertado a terra junto com os
escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza que os
acompanha ao longo de mais de um século. Se os latifúndios tivessem
sido colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada
teria chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da
imigração descontrolada e com uma população sem miséria.
A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na
cabeça de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os
nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para
criar a riqueza que seria só deles, e ficaram pobres: contratam
trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos
equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de
compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o
mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. Muito
mais rico seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem
educados.
Para poderem usar os seus caros automóveis, os ricos construíram
viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando
que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres.
Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles
todos os dias e com toda saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e
sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas tem dificuldades em evitar
infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam.
Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram
um país doente e vivem no meio da doença.
Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E esta pobreza
é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso a pobreza de
espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das
pobres ricas elites brasileiras. Se percebessem a riqueza potencial que há
nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam
reorientar o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de
nossas massas populares. Liberariam a terra para os trabalhadores rurais,
realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de
água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e
colocariam o povo para produzir para o próprio povo. Esta seria uma
decisão que enriqueceria o Brasil inteiro! Os pobres que sairiam da
pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da
insensatez.
Mas isso é esperar demais. Os ricos são tão pobres que não percebem a
triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas.
Somos nômades do Universo, viajantes das vidas sucessivas, na busca do
aperfeiçoamento.
(Hammed)

Fórum

A Prefeitura de Belém abriu inscrições para quem deseja hospedar em casa as pessoas que vem para o Fórum Social Mundial.
Receberão 30 reais por dia.

O pronunciamento de Sefer, segundo o Espaço Aberto...

Sefer nega tudo e pede apoio da Assembléia
O deputado se pronunciou de improviso da tribuna da Assembléia.
Negou tudo.
Negou todas as acusações.
Diz que é vítima de chantagem.
Apelou aos colegas deputados para que o apóiem. “Eu preciso do apoio desta Casa”, apelou o deputado do DEM.
“Autorizo, dou procuração para [os deputados] irem atrás e conferirem se são verdadeiras ou não as minhas palavras”, disse o deputado.
Sefer garantiu que “não existe nenhum processo de pedofilia contra ele. “Não tem por que existir. Se existir, é por conta de todo este bafafá que estão fazendo”, afirmou Sefer.
O deputado comoveu-se ao falar das repercussões das acusações entre seus próprios familiares: “Minha mãe não agüenta mais. Meu pai não agüenta. Minha família não agüenta mais. O sofrimento que minha família vem tendo é demais, é imerecido. É injusto.”
Alessandro Novelino prestou solidariedade e acusou a Imprensa de condenar, antes de julgar.
Joaquim Passarinho também se solidarizou com Sefer, em nome de toda a bancada do PTB.
Parsifal Pontes, líder do PMDB, notou que existe “falta de responsabilidade de quem tem o dever de informar”.

CD


Almirzinho Gabriel lançou seu novo CD no Ballroom.
Naza, Nazarézinha, Nazaré rainha, mãe da terra, mãezinha, me ajuda a cuidar...
O cara é talentoso.

A festa da Revista Bacana

Gente do PT, PSDB, PTB,PR, muitos do PMDB e outros dos demais Ps estiveram no lançamento da sexta edição da Revista Bacana.
Vereadores, prefeitos em fim de mandato, prefeitos eleitos, muita gente do interior. Estavam lá para abraçar Jader, que se postou na entrada e ficou mais de duas horas recebendo um a um, em fila de mais de 3 mil pessoas.
Na entrada, um túnel com fotos de Jader, um trabalho bonito da Imagem Comunicação, Paulo Morelli e Jefersom.
É difícil falar daquilo que fazemos, mas acho que foi a melhor das festas que realizamos. Não só pelos presentes, empresários, profissionais liberais, políticos, mas também pela estrutura da festa.
Em preto e amarelo Paulo Morelli fez uma decoração moderna, com arranjos diversos nas mesas, fitas coloridas saindo do teto. No palco, um enorme telão de led mostrava imagens da revista.
Um enorme e bem produzido bar comandado pela equipe do Armando foi motivo de elogios e fila. O buffet da Estação Gourmet foi farto, com duas ilhas e 8 espaços para as pessoas se servirem.
Patrícia Bahia colocou 20 recepcionista que levavam os convidados as mesas, 30 seguranças preservavam a entrada e as dependências do Hangar, que contou com uma iluminação luxuosa da Jefersom.
Stands de telefonia da Yamada - 4 - e 1 da Azevedo Barbosa mostravam seus produtos, além de uma fila de veículos da Kia.
Um painel foi montado para gravação do Programa Bacana, com 3 câmeras, repórteres e cinegrafistas. A Cerpa levou a sua cerveja gold long nec.
Na entrada, pelo estacionamento, a Claro distribuía seus informativos dos novos aparelhos 3G.
A revista de 330 páginas foi distribuída para os convidados e eu pude falar um pouco sobre este trabalho. Logo depois o presidente da Alepa Domingos Juvenil foi chamado no palco por Ronaldo Porto e lembrou do início do MDB com Jader.
Barbalho foi o último a falar e estava animado.
Elogiou João Ramid que lhe deixou muito bem na capa da revista, lembrou da entrevista que deu a jornalista Darlene Silva que lhe perguntou se podiam falar de tudo.
Jader disse então que não existia pergunta difícil mas respostas difíceis e pediu a ela que perguntasse tudo o que desejava. Falou que esta foi a maior entrevista de sua vida, 4 horas, e lembrou que nela pode falar de tudo, da briga com ACM, da perda da presidência do Congresso, das eleições para o Governo que ganhou e da que perdeu, da época nos dois ministérios, da prisão, da presidência do PMDB nacional, das eleições onde Jatene disputou com Maria, da que foi disputada por Ana com Almir, das últimas eleições municipais, de 2010, dos aliados que se tornaram oponentes, da perseguição de parte da imprensa, das obras que realizou, dos casos que é acusado e jamais foi condenado.
Jader lembrou também que só teve uma carteira de trabalho na vida, assinada pelo povo do Pará, via mandatos.
Lembrou que iniciou a carreira lutando pela democracia contra a ditadura, justamente contribuindo para uma imprensa livre e que hoje pode falar o que quiser, de quem desejar.
- Isso é fruto do combate ao regime militar, combate que combatí, junto com tantos outros, foi aqui que ocorreu o segundo comício das diretas já, foi aqui que aconteceu o segundo comício da eleição de Tancredo, eu organizei junto com meus companheiros.
Falou das dificuldades de ser um líder político, das horas longe da família, do filho Daniel, segundo ele uma promessa futura - brincou até dizendo que Jader Filho e Helder que se cuidem.
Barbalho disse que para ele é difícil estar na frente de um microfone e falar pouco, pediu a compreensão dos presentes e agradeceu aos companheiros de jornada, lembrando que é o que é hoje graças a inúmeros apoios.
Vendo a grossura da revista, disse que apesar da entrevista ser a mais longa de sua vida, não era uma biografia e que se sente muito jovem para ter de escrever ou ditar uma. Disse que ainda tem muito o que fazer, muitas batalhas, tem de continuar incomodando os opositores e que biografia é para quem está fora da cena e este não era o seu caso.
Lembrou da vitória do PMDB nas eleições municipais, elegendo 46 prefeitos e o maior número de vereadores do estado.
Foi aplaudido muito, estava realmente inspirado.
Antes esteve com Emílio Santiago, elogiou o cantor e disse ser fã de sua voz. Na hora do show, uma fila enorme de pessoas se postou na mesa do deputado pedindo autógrafos na revista, o que impediu que ele pudesse ver o show.
Mas todos viram, se deliciaram com um espetáculo perfeito, animado. Depois Marquinho subiu ao palco com sua banda, agitando o fim de noite que na verdade só terminou com o clarear do dia.
Modestamente falando, uma espetacular festa.
Na terça a revista estará nas ruas, com matérias sobre o museu da UFPA, o padre Fábio Mello, Luiza Possi, Edwado Martins, O Lapinha, Grupo Mônaco, Unimed, além de arquitetura, ensaio de moda, vida noturna, gastronomia, mundo pet, agropecuária, cultura, turismo, economia, Lucinha Bastos, artigos variados, os 20 anos da RBA, estética, medicina, pesca esportiva e muita gente recheando estas páginas.
Um trabalho de 3 meses, que tem a jornalista Elane Magno como editora.
Leiam, em todas as bancas, a partir de terça feira.

Presidente

Cresce, a passos de tartaruga mas sempre caminhando, a possibilidade de Pio Neto vir a ser o próximo presidente da Câmara Municipal de Belém.
Dentro da base de apoio de Dudu é só unhadas e dentadas e Pio vem, até o momento, trabalhando em direção a uma composição mais ampla, daí a sua dianteira, pequena, mais real.

Tucanos

Simão anuncia que será candidato. Quem conhece um pouco o PSDB sabe que por lá, hoje, ele tem o controle do partido.
Mário Couto gostaria de ser candidato sim, mas os tucanos seguem Simão, que vem fazendo campanha para retornar ao Governo desde o dia que saiu de lá.
E este caminho dos sonhos de Simão tem de ter o PMDB. Jatene já falou com Jader tentando seduzi-lo não apenas no Congresso, como O Liberal publicou.
Falou outras vezes, mais discretamente, aqui mesmo em Belém. Barbalho por enquanto escuta.
Para um peemedebista das antigas, o fato do Governo querer tirar o que combinou com o PMDB dá é chances cada vez mais crescente de Simão realizar seu sonho.
Mas o PT também está de olho. O PT, não o Governo.
Paulo Rocha e o presidente do PT continuam muito próximos de Jader, de lupa nos movimentos de Simão.

Charles opina sobre o Sebrae

Na noite de domingo encontrei o ex chefe da casa civil do Governo do Estado, Charles Alcântara, em evento da Associação dos Funcionários da Sefa.
Bem animado, educado como sempre, Charles contou que tentou 4 vezes presidir o sindicato e que agora está feliz com a eleição, inclusive disse que dia 9 é a posse.
Mas não pude deixar de especular, e a primeira e única especulação possível foi sobre o Sebrae - já que logo após a resposta ele foi chamado ao palco para um pronunciamento.
Alcântara disse; " - Fui testemunha do acordo entre PT e PMDB onde o PT ofereceu a direção do Sebrae ao Jader, como parte do acordo que fez o PMDB apoiar Ana no segundo turno".
Perguntei sobre o que ele achava do noticiário dando conta que o Governo teria outro candidato, tirando os cargos do Sebrae das mãos do PMDB.
Acho que ficar quebrando acordos é um erro do Governo, disse Charles.
Quando fui fazer a terceira pergunta, chamaram ele para o palco.

14 de dez. de 2008

Duro


Na confraternização de fim de ano da Unimed neste sábado, o presidente e médico César Neves fez, talvez, o mais duro discurso ao Governo Federal e Estadual por estas bandas.
Disse que não pode entender como Lula diz que estamos bem, crescendo, se mata-se gente a todo tempo no país.
Falando de nosso quintal, disse que o Pará é sim uma terra de direitos; temos o direito de ficar em casa escondidos dos bandidos, temos o direito de estar cercados de grades, cadeados, sistemas de vigilância, seguranças, carros blindados.
Disse que passou da hora do discurso, que nos últimos anos 3 médicos foram assassinados. Lembrou que a evangelização, seja por qual religião, é sim uma alternativa.
César foi duro, emocionado que estava com a perda de um amigo e um dos mais respeitados médicos da cidade, lembrou que podemos ser a próxima vítima de um assassinato, nós, pagadores de impostos, humanos responsáveis. Lembrou que a medicina, o médico é um salvador de vidas.
E perguntou em alto e bom som; que terra de direitos é essa?
Foi aplaudido de pé.

Caso pedofilia

A mãe da criança que supostamente foi abusada está sobre guarda policial. Deve abrir a boca esta semana.

Sefer

O caso que envolve o deputado estadual Luiz Sefer em pedofilia, ele teria abusado de uma criança, começa a ganhar páginas em jornais e blogs.
No Diário ele diz que está sendo chantageado por um radialista, que inventou a história e lhe cobra 800 mil reais pela chantagem.
Sefer tem o direito, que todos nós temos, autoridades ou simples mortais, da defesa. E o julgamento não pode ser feito sem esta defesa, que o deputado prometeu fazer na próxima semana. Muita gente já foi acusada do que não fez, muita gente foi acusada de atos imorais que fizeram. Não tenho contato algum com o deputado, sei que as acusações são graves e se comprovadas merecem uma punição exemplar, mas devemos, todos nós, aguardar o fim da asquerosa história.
Sem julgamentos precipitados. Não é fácil, quando se escuta que um adulto abusou sexualmente de uma criança nossa ira fala mais alto mas, a prudência recomenda que os fatos sejam apurados, obrigação da Alepa e do Ministério Público, para aí sim, se comprovado, jogar pedras na Gení.
Que pode ser, ou não o deputado.

11 de dez. de 2008

9 anos

É esta a idade da menina que foi abusada pelo pedófilo. Ela é do interior e tem 9 anos.
Nove anos. E vem sendo agredida não é de hoje. O que será que alguém que abusa de uma criança de 9 anos merece?
Eu, sinceramente, prefiro não responder.

Pedófilo

O deputado pedófilo parece que não escapa não. O caso chegou a Brasília e nem todo o dinheiro do mundo deve salvar o couro do pervertido.
Amém!

Votos

Ana Júlia faz o superintendente e o presidente do conselho no Sebrae a hora que quiser. A coisa é simples, uma questão de matemática.
O Governo tem 8 votos - Basa, Caixa, Banco do Brasil e por aí vai - e a classe empresarial tem 7 votos - Fiepa, Faepa, etc. E a votação é aberta, não dá para ter trairagem.
Claro que as instituições governamentais votam com o desejo da Governadora, a manobra então fica quase impossível. Só se ela quiser.
E porque Ana iria querer? Bom, ela pode não querer e fim de papo, sua chapa será eleita mas ocorre que o Sebrae foi o primeiro oferecido ao PMDB em busca do apoio do partido a candidatura de Ana, e o PMDB vê ainda hoje este local como se sua cota pelo acordo que foi feito.
Bancando a candidatura de quem quer que seja, a Governadora banca a possibilidade de hostilidade o PMDB, o que é certo que ocorrerá, hoje, amanhã ou lá pra frente, afinal, acordo quebrado ...
Resta saber se o Sebrae vale tanto assim para a Governadora, a ponto dela querer se indispor e quebrar um acordo com o PMDB.
Saberemos dia 18.

Duplla

Já está a cargo da Duplla Comunicação de Abilio e Edgar a criação do site da Escola de Propaganda” Entrega para o início de 2009.

Canal

Wlad continua seu caminho. Já tem 8 emissoras de rádio, mais um monte de rádios comunitárias.
E continua mandando muito na TV Metropolitana.

Cancelamento

A Vale cancelou todos os seus eventos. Um exemplo; a empresa sempre fez reveillons nas cidades onde trabalha e este ano não vão ter.

Sebrae

Dia 18 provavelmente terá disputa no Sebrae. Ana não abre mão da chapa que tem o prefeito de Marabá Sebastião Miranda e o empresário Ítalo Pojucan.
Por sua vez o PMDB até o momento não abre mão de Hildegardo.

9 de dez. de 2008

A capa da Revista Bacana


A capa da Revista Bacana que será lançada dia 12 no Hangar com festa e show de Emílio Santiago. E estará nas bancas dia 15.

8 de dez. de 2008


Que Luana o Dado perdeu, meu Deus.

Bola fora

DVDs de Joyce, A Cor do Som e Xangai. Bola fora.
Chatos, muito chatos.
Égua da grana que se foi.

Deu na net...

A TEORIA DO 11
>
>>
>> O 11 passou a ser um número inquietante. Podem pensar que é uma
>> casualidade forçada ou simplesmente uma tontice, mas o que está
> claro
>> é que há coisas interessantes, senão,vejamos:
>> 1) New York City tem 11 letras.
>> 2) Afeganistão tem 11 letras.
>> 3) 'The Pentagon' tem 11 letras.
>> 4) George W. Bush tem 11 letras.
>> Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas será???).
>> Agora começa o interessante.
>>
>> 1) Nova Iorque é o estado N* 11 dos EUA.
>> 2) O primeiro dos vôos que bateu contra as Torres Gêmeas era o N*11.
>> 3) O vôo N* 11 levava a bordo 92 passageiros; somando os numerais
> dá:
>> 9+2=11.
>> 4) O outro vôo que bateu contra as Torres, levava a bordo 65
>> passageiros, que somando os numerais dá: 6+5=11.
>> 5) A tragédia teve lugar a 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9, que
>> somando os numerais dá: 1+1+9=11.
>> E agora o inquietante.
>>
>> 1) As vítimas totais que faleceram nos aviões são 254: 2+5+4=11.
>> 2) O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano: 2+5+4=11.
>> 3) A partir do 11 de setembro sobram 111 dias até ao fim de um ano.
>> 4) Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de Nova Iorque na
>> Centúria número 11 dos seus versos.
>> Mas o mais chocante de tudo é que, se pensarmos nas Torres Gêmeas,
>> damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11.
>>
>> E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia
>> 11.03.2004, que somando os numerais dá: 1+1+0+3+2+0+0+4=11.
>>
>> Intrigante, não acham?
>>
>> E se esqueceram que o atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois
> do
>> de New York, que somando os numerais 9+1+1=11
>>
>> E AGORA o mais arrepiante:
>>
>> Vasco da Gama , tem 11 letras, tem 11 jogadores e seu jogador mais
>> cultuado usava a camisa 11. Ocupa a 20* colocação com 27 pontos que
>> dá: 2+0+2+7 = 11
>>
>> CONCLUSÃO DE TUDO ISSO:
>>
>> O Vasco também vai cair!!!!!
>>
> kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!
>
CPI

A Comissão Parlamentar de Inquérito instalada esta semana na Assembléia Legislativa do Pará para investigar as denúncias do bispo da prelazia do Marajó, Dom José Luis Azcona, sobre exploração sexual de crianças e adolescentes no arquipélago paraense, terá os deputados Carlos Bordalo (PT) como presidente e Arnaldo Jordy (PPS) como relator. Os dois prometem ir a fundo na apuração dos fatos e na investigação dos casos de violação dos direitos humanos na ilha. As denúncias do religioso foram feitas ainda no início deste ano, mas só agora a CPI foi oficialmente instaurada.
Comissão Eleitoral divulga resultado de consulta a comunidade universitária para escolha de Reitor
Com 23,13 pontos, Professor Carlos Maneschy foi escolhido para ser o dirigente da Universidade pelo quadriênio 2009-2013



A Comissão Eleitoral Divulgou nesta sexta-feira, 05 de dezembro, o resultado do processo de consulta a comunidade universitária da UFPA para escolha do novo reitor da Universidade pelo quadriênio 2009-2013. Em primeiro lugar ficou o professor Carlos Maneschy com 23,13 pontos. Em segundo, a Professora Regina Feio com 22,73 pontos. A professora Ana Trancredi ficou na terceira colocação, com 9,81 pontos, seguida pelo professor Ricardo Ishak com 2,57 pontos.

A eleição aconteceu nesta quarta-feira, das 8 às 21 horas em 48 locais de votação, 28 na Capital e 20 no interior do Estado. Estavam aptos a votar 2.402 professores, 2.340 técnico-administrativos e 30.006 estudantes. Participaram do pleito 11.961 pessoas, sendo 1.735 docentes; 1.806 técnico-administrativos e 8.420 estudantes.


Votação por categoria

Candidato
Docentes
Técnico-Administrativos
Discentes
Pontuação

Carlos Maneschy
579
876
2.731
23,13

Regina Feio
826
584
2.892
22,73

Ana Trancredi
258
253
2.478
9,81

Ricardo Ishak
72

93
319
2,57




"As listagens de eleitores foram elaboradas com base nas informações oficiais da instituição, mais especificamente no cadastro de servidores da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (PROGEP), no cadastro de alunos fornecido pelo Cadastro de Registro e Controle Acadêmico (CIAC) e pela Escola de Aplicação da UFPA, de acordo com o que foi estabelecido no Regimento Eleitoral", explica o presidente da Comissão Eleitoral, Petrus Alcantara. "Gostaríamos de parabenizar os candidatos pela postura exemplar e agradecer a comunidade universitária pela tranqüilidade que marcou o processo eleitoral", conclui.

"Gostaria de agradecer a todos os que acreditaram nas nossas propostas e agradecer também a todos que participaram do processo eleitoral. Independente da escolha de cada eleitor, agora o momento é de união da comunidade universitária. O que desejamos é fortalecer e consolidar a imagem institucional da UFPA e seu papel estratégico no desenvolvimento regional", conta Carlos Maneschy.

O próximo passo é a homologação do resultado das eleições pelo Conselho Universitário da UFPA (CONSUN) que vai elaborar a lista tríplice com o nome dos três candidatos mais votados, organizados em ordem decrescente de número de votos obtidos. A lista será enviada ao Ministério da Educação para que o Presidente Luiz Inácio lula da Silva nomeie o novo(a) reitor(a) da UFPA.

CÁLCULO:

O novo dirigente da UFPA foi eleito de forma direta, por voto proporcional-paritário, o que significa que as três categorias de eleitores (estudantes, docentes e técnico-administrativos) possuem a mesma influência no resultado final da eleição, conforme foi estabelecido pelo Conselho Universitário da UFPA (CONSUN), no dia 22 de setembro de 2008. Para resolver a questão relacionada à superioridade do número de estudantes em relação ao número de professores e de técnicos, o CONSUN elaborou uma fórmula que permite a equivalência numérica entre as categorias:
Onde: P =Pontos obtidos por determinada chapa; VD =Votos atribuídos à chapa pelos docentes; VT =Votos atribuídos à chapa pelos técnico-administrativos; VA =Votos atribuídos à chapa pelos alunos; UD =Universo dos docentes aptos a votar; UT =Universo dos técnico-administrativos aptos a votar; UA =Universo dos alunos aptos a votar.

"A fórmula resulta em uma pontuação a ser atribuída a cada candidato conforme a relação do número de votos obtidos e o número total de eleitores aptos a votar em cada categoria", explica o presidente da comissão.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação Institucional
Atenciosamente,

Assessoria de Comunicação Institucional da UFPA.

NOTA DO BLOG : Tem um burrinho leitor do blog que mandou um comentário dizendo que a UFPA manda uma lista tríplice ao presidente Lula que escolhe então o reitor. Até os peixes que ficam circulando o Campus sabem disso, grande e inteligente leitor. O que minha nota diz que o candidato de Alex perdeu, e perdeu mesmo. Ah, a tradição diz que o Presidente da República escolhe o candidato mais votado, então, cala a boca mané.

Rs...


No DVD, Lô Borges em Intimidade. Entrevistei Lô em Belém, antes de um show no Centur.
Tímido, muito quieto, estava apaixonado na época pela experiência de ter um filho.
Disse mais sobre o filho e a saudade de casa do que sobre música. Hoje compreendo.
No show, ele e seu violão. Ma-ra-vi-lho-so!!!!
Nilson Chaves participou, outro bom momento.
Borges fez parte do antológico LP Clube da Esquina. É um artista com assinatura clara em seu trabalho, ao escutar uma música sabemos claramente que ali tem Lô.

Segundo o Pará Negócios...

Em momento de crise, indústria do Pará mostra vigor e tem o maior crescimento no país em outubro


Apesar da crise financeira mundial já apresentar seus reflexos negativos na indústria brasileira, em outubro a indústria do Pará deu sinal de vigor, com crescimento de 3,1% em relação ao mês anterior. Foi o melhor desempenho entre os 13 estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mais a região Nordeste (sem o Ceará, Pernambuco e Bahia). E mais: o Pará foi um dos quatro estados que registraram aumento na produção industrial; os outros dez tiveram recuo. E a média nacional ficou em -1,7%. Outubro marcou também a recuperação do desempenho da indústria paraense, que havia recuado 2,7% em setembro, depois de quatro taxas consecutivas de elevação.

O IBGE destaca que o mês de outubro, embora com um dia útil a mais que outubro de 2007, está marcado por quedas importantes em setores que concederam férias coletivas não planejadas ou efetuaram paralisações técnicas não programadas, num contexto de aumento da incerteza no ambiente econômico internacional. A influência desses fatores fica evidente no confronto entre o ritmo de produção do período julho-setembro com o de outubro: todos os locais, à exceção do Pará, mostraram perda de ritmo entre os dois períodos. As maiores perdas foram observadas no Espírito Santo (de 12,4% para -2,7%), Paraná (de 11,2% para 3,9%) e Bahia (de 6,1% para -0,6%).

Na comparação com outubro do ano passado, o setor industrial do Pará também é líder, com crescimento de 8,9%. Para períodos de comparação mais longos, os resultados também foram positivos, com o indicador acumulado no ano avançando 7,2% e o acumulado nos últimos doze meses assinalando 6,3% de expansão. Nestes dois casos, o Pará ficou em 5º lugar.

Na comparação de outubro deste ano com o mesmo mês do ano passado, o crescimento de 8,9% da indústria paraense foi obtido, em grande parte, pelos avanços em três das seis atividades investigadas, sob a liderança dos setores extrativo (9,8%) e de metalurgia básica (27,1%). No extrativo, destaque para a produção de minério de ferro, de manganês e de alumínio da Vale. Na metalurgia básica, a liderança é de outra atividade da Vale no Estado, a de alumina. Em sentido contrário, a pressão negativa mais relevante veio mais uma vez do setor de madeira, que mostrou forte queda (-38,8%), puxada principalmente pelo decréscimo na fabricação de madeira serrada e compensada.

No índice acumulado nos dez meses do ano, frente a igual período do ano anterior, os Indicadores Conjunturais da Indústria do IBGE mostram que o setor industrial paraense, com 7,2%, prossegue assinalando crescimento acima da média nacional (5,8%), impulsionado, sobretudo pelos avanços em cinco dos seis setores investigados, puxados outra vez pelo extrativismo mineral (9,7%) e metalurgia básica (9,4%). E a madeira registrou a única pressão negativa (-22,0%).

Reitor

Alex Bolonha Fiúza de Mello não conseguiu eleger sua candidata Regina Feio Barroso, que perdeu para Carlos Maneschy.

Com todo respeito, mas o Governo vem fazendo bem, muito bem a Ana Júlia Carepa. Olha como a Governadora anda esbelta.
Ana Júlia Carepa reiterou aos coordenadores a parceria do governo visando o êxito do FSM em Belém


Em audiência realizada neste sábado (6), no Centro Integrado de Governo (CIG), a governadora Ana Júlia Carepa reafirmou aos coordenadores locais do Fórum Social Mundial o total apoio do governo estadual ao evento, que acontecerá em Belém de 27 de janeiro a 1º de fevereiro de 2009, reunindo cerca de 100 mil pessoas. Na audiência, os coordenadores apresentaram à governadora os preparativos para o FSM.
Participaram da reunião oito pessoas, que formam o grupo facilitador do FSM em Belém: Aldalice Otterloo, diretora nacional da Abong (que congrega as organizações não governamentais); Graça Costa, do Fórum de Mulheres; Nilma Bentes, do movimento negro; Rosa Azevedo (Unamaz); José Selmo, do GT Urbano, e Joana Mota, da Economia Solidária.
Também compareceram Denoilson Benassule, do Comitê Dorothy, e Luiz Paulo, do Sindicato dos Bancários, além dos integrantes da equipe de governo, como Ana Cláudia Cardoso, secretária de Governo, Paulo Cunha, chefe de gabinete da governadora, e Helena Nahum, do Núcleo de Relações com a Comunidade.


Afinidade -Segundo Aldalice Otterloo, o FSM é um evento da sociedade civil, mas conta com o apoio de governos afinados com os princípios do Fórum. “O Fórum Social Mundial é um espaço de diálogo criado pela sociedade civil, mas não pode prescindir do apoio dos governos, principalmente dos governos que têm afinidade com a carta de princípios do FSM”, disse ela. “Encontramos na governadora (Ana Júlia Carepa), uma porta aberta ao diálogo”, completou Aldalice.
A governadora expôs todos os projetos que estão sendo executados em preparação ao Fórum Social Mundial. Um deles é o terminal de passageiros, construído no portão 3 da Universidade Federal do Pará UFPA), um dos locais do evento. “O governo do Pará compreende que o FSM é uma organização da sociedade civil e cabe ao governo contribuir com a infra-estrutura do evento”, ressaltou Ana Júlia Carepa.
O diálogo entre a governadora e os coordenadores locais do FSM serviu para mostrar o reconhecimento do governo à importância do movimento. Além de reforçar a segurança e garantir a infra-estrutura para a realização dos trabalhos durante os dias do evento, o governo acredita que o Fórum deixará grandes benefícios aos paraenses.
Texto: EvandroSantos - Gabinete da Governadoria

O espaço de André Farias


André Farias, secretário da Integração Regional está com a corda toda. Depois de abrir a Sala das Prefeituras, foi paparicadíssimo pelos prefeitos eleitos na reunião deles com Ana.
E mais, é um dos secretários mais escalados por Ana para as voltinhas pelo interior nos lançamentos de obras e serviços do Governo.
Na base da DS é considerado um homem de composição, fiel escudeiro de Ana e bombeiro em horas de incêndio.
E está em alta.

Lágrimas

O prefeito eleito de Marabá esteve com o presidente da Vale. Maurino Magalhães foi chorar, mas voltou com o lenço molhado.
Só que as lágrimas não eram dele.
Ai meu Pai, a crise...

7 de dez. de 2008

Sebrae

O PMDB já avisou que não abre mão da superintendência do Sebrae. E o aviso foi do presidente do PMDB ao presidente do PT.
Segundo Jader, o Sebrae foi o primeiro posto oferecido ao PMDB para o apoio do partido a candidatura do PT no segundo turno.
E foi lembrado com todas as letras nesta semana que passou, de presidente para presidente.
Daí, a prorrogação da eleição.
A conferir o resultado.

É...

Depois da ALEPA, o TCM.
O Governo perdeu mais uma, com a eleição de Rosa Hage.
O Sebrae pode ser a terceira derrota?
Dia 18 saberemos.
Segundo o Arbítrio...
Assino cada palavra.

Campeã disparada
Não tem para ninguém. A CTBel continua disparada na frente, no quesito cartas de cidadãos comuns publicadas nos jornais da cidade contra os péssimos serviços municipais.
No Diário do Pará de hoje, uma funcionária pública que trabalha na Escola de Governo, na Almirante Barroso, narra sua via crucis diária para chegar ao local de trabalho ou dele sair, passando pela Júlio César, pela Praça São Cristóvão e pelo Entroncamento. E pergunta quem multa a CTBel pelas trapalhadas que faz, assim como quem multa o I Comando Aéreo Regional da Aeronáutica (COMAR), por colocar seus milicos na rua atrapalhando ainda mais o trânsito, já que sua função é apenas favorecer os carros que entrarão naquela unidade militar.
Dou inteira razão a D. Venize Rodrigues e lamento que não tenha sido publicado o seu e-mail, para que eu pudesse me solidarizar. Fica o meu registro, aqui no blog.
Sobre as imbecilidades que os militares fazem no trânsito - afinal, não receberam nenhum treinamento para isso -, publiquei esta postagem há quase três meses. Nela, destaco que essa prática, a meu ver, tem até natureza criminosa, pois constitui usurpação de função pública. Contudo, esse não é um delito que costume render, ainda mais se o prejudicado é apenas o cidadão comum.
Quanto à Praça São Cristóvão - que, na verdade, não é uma rotatória -, a instalação do Tribunal de Justiça do Estado na Almirante Barroso, há dois anos, tornou uma novela. Primeiro porque a retirada da passarela levou à instalação daquele ridículo sinal a uns poucos metros depois do outro. Quem vem pela Júlio César espera horrores para o sinal abrir e, quando abre, cai direto num sinal fechado. Logicamente, forma-se um inevitável engarrafamento diário. O problema foi um pouco minorado quando os gualdinhas da CTBel decidiram permitir que os veículos que fazem o retorno na Praça São Cristóvão entrassem direto na Almirante Barroso. A partir daí, começou a esquizofrenia. Tem dias que o gualda deixa, tem dias que não. Tem dias que o retorno ali onde fica o picolé da CTBel está aberto, tem dias que está fechado, obrigando os motoristas a fazer o retorno muito adiante, passando o Colégio Rego Barros.
Naturalmente, os espertalhões decidem fazer o retorno em frente ao I COMAR, onde é proibido. Ou seja, cometem infração de trânsito, dificultam a fluidez do tráfego e, mesmo estando tão próximos do ponto de fiscalização da CTBel (dá para enxergar a balbúrdia), não sofrem nenhuma fiscalização. E para piorar, vêm os milicos proteger os seus interesses, mas não coíbem o retorno ilegal. Ou seja, não ajudam em nada. Só atrapalham.
É impressionante como a idiotice grassa na cidade. Parece que essas coisas são feitas de propósito, pois é difícil conceber que alguém possa ser tão estúpido assim culposamente. Mesmo sem obras físicas, que são necessárias em muitos pontos da cidade, a angústia das pessoas poderia ser reduzida com uma fiscalização inteligente - mas isso seria pedir demais, presumo. E não ajudaria a fabricar multas.
Lembremos, por fim, que esse caos não afeta apenas os motoristas. Esta não é uma causa elitista. O problema é também das milhares de pessoas que viajam de ônibus e, nos engarrafamentos, sofrem muito mais do que o sujeito que está no seu próprio automóvel, de ar condicionado ligado e escutando uma música relaxante. O problema é dos pedestres, que precisam atravessar ruas com motoristas enlouquecidos depois de ficar tanto tempo retidos, buscando a menor possibilidade de arrancar. E o problema é de todos, já que engarrafamentos concentram a emissão de monóxido de carbono nos pontos da cidade em que ocorrem, prejudicando a qualidade do ar. Se isso acontecesse todo dia, temos de fato um dano ambiental.
Mas quem se importa?

5 de dez. de 2008

GOVESA

Meu amigo Roberto Russel, Gerente da Govesa no norte informa que a empresa não vai fechar as portas por aqui, continua firme e forte.
Que bom e vida longa.

Relações

Nunca foram das melhores mas depois do caso ALEPA as relações entre Simão e Flexa já não são as mesmas. O atual senador teme perder a vaga para sua eleição, ou reeleição.
Pra quem?

Pra platéria.

Jatene pode estar fazendo jogo de cena, mas nunca esteve tão próximo do peemedebe como depois do caso eleições na Alep.

SOS JADER

A coisa estava ficando feia no Sebrae. Crescia as chances de Sebastião Miranda prefeito de Marabá.
Jader foi acionado, lembrou ao presidente do PT estadual que a superintendência do Sebrae era o primeiro nome dado ao PMDB na composição com Ana Júlia.
Resultado, a eleição foi adiada para dia 18. O resto é papo furado.

3 de dez. de 2008

Mudou de Data

Depois de muitas intrigas a Eleição do Sebrae foi adiada para o dia 18. Amanhã as negociações recomeçam.

Fernando Yamada

Este é o cara! Bom, pelo menos é ele que conduz todas as negociações para tentar reeleger Hildegardo Nunes a superintendência do Sebrae e José Conrado para Presidente do Conselho - hoje ocupado por Fernando.
No final da tarde é a eleição. Até o momento Sebastião Miranda concorre contra Hildegardo, dizem, com o apoio do Governo.
Mas também dizem que a força de Fernando junto aos conselheiros - 15 - e junto a próprio Governadora é grande, daí tudo pode ocorrer.
Até o Governo virar seu apoio para Hildegardo na última hora. A condução de tudo, está nas mãos de Fernando, um dos mais capacitados empresários do estado.

2 de dez. de 2008

A disputa do Sebrae

Tem briga das boas amanhã no Sebrae. De um lado Hildegardo Nunes tenta a reeleição tendo José Conrado como candidato a Presidente do Conselho. E do outro, surpresa das surpresas, Sebastião Miranda concorre a superintendência tendo Ítalo Pojucan como presidente do conselho.
No Sebrae o que se fala é que o atual prefeito de Marabá e um dos donos do jornal Público tem o apoio do Governo.
E dizem mais, que a disputa não será um passeio, para nenhum dos dois lados.

Ficou Assim

Salame ficou na 1ª vice presidência e Mácola na 2ª vice presidência. O 1º secretário é Miriquinho Batista.
Segundo fonte do blog, o PSDB abriu mão da 1ª vice presidência pra não fazer marola.
Aí, então eu disse que o PSDB tinha perdido e o PT ganho colocando Salame da 1ª vice presidência e o interlocutor me veio com essa; "-Coloca uma coisa na sua cabeça de uma vez por todas, o G8 é PSDB até calcanhar".
É...

Manobra

Amaro Klautau teve de ter muito jogo de cintura para compor com Orlando Frade, que queria porque queria segurar na juba do leão azul.
Mas Frade acabou rezando pela cartilha de Klautau, que tem pela frente um osso de tiranossauro rex.

100%

Domingos Juvenil acaba de ser reeleito presidente da ALEPA com 100% dos votos. Eu disse 100%.

Bastidores

Digamos que o bate papo entre Jader e Ana sobre a Alepa dia desses não foi dos mais amenos.

Niver do Pri

Priante faz aniversário hoje. Foi chamado pelo Michel Temmer para ir à Brasília, está no aeroporto, mas não conta o que o presidente do PMDB quer com ele.
Disse mais, que Dudu contratou 180 mil pessoas para o dia da eleição e que com a máquina da Prefeitura de Belém trabalhando para a reeleição de Duciomar, não tinha maneira de ganhar. Isso, segundo ele, sem contar a máquina do estado que fez campanha para Dudu.
Ah, sobre o "apoio" de Ana, Priante disse - #'*$¨+/& - cobras e lagartos...
PS: Priante será candidato deputado federal.

1 de dez. de 2008

Govesa

A Govesa-Hyndai dá sinais de bye bye Belém.

Cabelos e saliva

Nesta segunda, alguns caciques políticos estão perdendo cabelos e saliva. Cabelos de tanto é não é, vai não vai, compõe não compõe sobre a ALEPA.
E saliva porque aja conversa.

Espaço Aberto

Eu leio quase todos os dias. Bom o blog Espaço Aberto fez um ano, parabéns e sucesso a ele.
Ah, e depois que li isso vi que este blog também completou um ano em novembro. O tempo voa, e a jato.